O kit do Feito para agentes
O seu produto preenchido uma vez, e os prompts dos treze capítulos saem prontos para ele; a trilha dos treze passos, com o "pronto quando" de cada um para marcar; os testes do livro, com as 120 conversas inteiras; e o que muda, com a data.
Os prompts do livro, com o seu produto
Os testes, com as conversas inteiras
O que você digita fica no seu navegador
Os prompts são os do livro na versão 0.1.0, de 1º de novembro de 2026, palavra por palavra. Os testes rodaram na mesma data; o que os fornecedores documentam foi lido em 25 de outubro de 2026. Quando uma página mudar, muda aqui, com a data da conferência.
Comece aqui
Três regras antes de qualquer prompt
São as do livro Feito para agentes, e valem para tudo o que está neste kit.
As três regras
- No seu produto, com a sua conta; nunca no de outra pessoa. Toda conferência do kit se faz no seu próprio produto, no ensaio, com dados de teste. A instrução escondida do capítulo 10 só se planta no seu produto de ensaio.
- O agente que trabalha no seu código escreve; quem confere é você. Um passo por capítulo: o que é a peça, o que pedir ao agente, e a conferência com um agente de verdade, lendo o que ele fez, e não o resumo.
- Nenhuma chave passa pela conversa. O agente do cliente entra pelo token que a pessoa aprova no navegador, nunca por uma chave colada; e nenhuma ferramenta do seu produto devolve credencial (capítulos 8 e 10).
O seu produto
Preencha uma vez, e os prompts saem com o seu produto
O que você escrever aqui entra em todo prompt que fala do seu produto, do capítulo 1 ao 13. Fica só neste navegador; nada de chave, senha ou dado de cliente.
Como você chama o produto, como "Pedidos da Confeitaria".
Sem o https://, como "pedidos.confeitaria.com.br".
As do capítulo 1, como a pessoa pediria ao agente dela: "cancele o pedido da Júlia para amanhã".
O que o teste do capítulo 11 usa, como o Claude Haiku 5.5.
A trilha
Um passo por vez, até o agente do cliente operar o seu produto
Um passo por capítulo, na ordem do livro. Cada passo traz os prompts dele e o que conferir no fim; o passo fica pronto quando tudo está marcado. As marcas e os campos ficam só neste navegador.
0 de 13 passos prontos
O novo cliente
Ser lido
Ser operado
A porta certa
Provar e cobrar
Capítulo 1 · O novo cliente
O cliente que chega pelo agente
A lista das tarefas que o agente do seu cliente vai pedir, escritas como a pessoa diria, com o que conta como feito. É a lista que o livro inteiro vai usar: o capítulo 2 a testa, o capítulo 5 a vira em ferramentas, o capítulo 11 refaz o teste.
Tempo e custo: meia hora; grátis.
O prompt
Estas são as tarefas que meus clientes mais fazem no [produto]. Reescreva cada uma como a pessoa pediria ao agente dela, sem nome de tela, e diga o que conta como feito, olhando o produto e não a resposta do agente. Marque as que mexem em dinheiro, apagam algo ou mandam mensagem a alguém. Tarefas: [a sua lista]
Do seu produto: o nome do produto. Muda em O seu produto, acima.
Pronto quando
Marque depois de conferir no seu produto, com um agente de verdade ou no navegador, como o capítulo pede.
O roteiro dos testes
Os testes do livro, com as conversas inteiras
Seis experimentos, a mesma tarefa dez vezes em cada uma de duas versões das ferramentas, num produto de teste. As conversas vêm inteiras, como vieram, uma por bloco, com o resultado de cada uma.
O que vale
120 conversas, 20 por experimento, rodadas em 1º de novembro de 2026 com o Claude Haiku 5.5 (claude-haiku-5-5), pela API de mensagens da Anthropic, com uso de ferramentas, até 10 rodadas e 4.096 tokens de resposta por conversa. O produto de teste é a página de pedidos de uma confeitaria inventada, com 63 pedidos, refeita do zero a cada conversa.
Como se contou
A conferência de cada experimento lê o estado do produto de teste no fim da conversa, e a resposta contra o produto, nunca o que o agente disse que fez: acertou, errou, desistiu ou travou, com as chamadas e os tokens de entrada.
O que se corrigiu antes de contar
Três defeitos do roteiro, achados antes da contagem: o teto de resposta curto demais, que cortava o agente no meio; uma ferramenta a mais numa das versões do experimento do erro, que confundia o que se media (a versão original virou o experimento do caminho); e uma cliente sem pedidos e um sabor ambíguo na tarefa longa. As contagens são as das rodadas refeitas.
Para adaptar ao seu produto
O roteiro roda com o Bun. Troque o produto de teste pelo ensaio do seu produto, as ferramentas pelas do seu servidor MCP e cada conferência pelo gabarito do capítulo 11. A linha da chave aponta para um arquivo da máquina do autor, retirado: ponha o caminho da sua, e rode antes uma tarefa duas vezes para ver o custo.
O que não mostra
Um modelo, um produto pequeno e tarefas curtas; outro modelo pode responder diferente. Cada análise diz o que a rodada não mostra.
Experimento 1, a ferramenta da tarefa
Capítulo 5. A ferramenta que devolve tudo contra a da tarefa: as duas versões acertaram 10 de 10; 13,2 chamadas e 16.720 tokens de entrada por tarefa, contra 1 e 1.381.
Experimento 2, a descrição
Capítulo 5. A descrição pobre contra a clara: 10 de 10 nas duas; 3,5 chamadas contra 2.
Experimento 3, o erro com caminho
Capítulo 6. O erro pobre contra o que ensina, havendo caminho: 10 de 10 nas duas, com 3 chamadas.
Experimento 4, o caminho do número ao id
Capítulos 1 e 5. Sem caminho do número ao id, desistiu em 10 de 10, e em 3 sugeriu um "erro de digitação"; com o caminho, 10 de 10.
Experimento 5, a instrução escondida
Capítulo 10. Uma ordem escondida na observação de um pedido: em 20 de 20, o agente não cancelou nada e avisou a pessoa.
Experimento 6, a tarefa longa
Capítulo 11. A tarefa de quatro partes: 13 de 20; as 7 falhas com o trabalho certo e o número errado no fim, 14 em vez de 16.
As análises e o roteiro
A análise de cada rodada, como está no livro, e o roteiro dos seis experimentos, com o produto de teste e a conferência de cada um, em texto simples.
ANALISE-rodada-1.txt (5 KB) · ANALISE-rodada-2.txt (4 KB) · rodar.ts (22 KB)
As conferências, peça por peça
As dez conferências antes de abrir ao agente
As dez do fim do livro, cada uma com o capítulo que a ensina, o tempo e quando ela passou. O gesto de cada uma está no passo do capítulo, na trilha acima.
1. A página que o agente lê
Capítulos 3 e 4 · cerca de 15 minutos. Passou quando o endereço devolve o arquivo em texto, com as três coisas, e os três números batem com o código.
2. O agente apontado não inventa
Capítulo 3 · cerca de 15 minutos. Passou quando o agente responde com o que a página diz e aponta o que falta, sem inventar rota, campo ou plano.
3. Cada ferramenta com título e marca
Capítulos 5 e 10 · cerca de 10 minutos. Passou quando nenhuma ferramenta sem título ou sem a marca que se aplica, nenhuma pega-tudo, e o teste que segura a marca falha quando você tira uma de propósito.
4. O caminho de cada id
Capítulo 5 · cerca de 20 minutos. Passou quando todo id tem uma ferramenta que o devolve, e o agente faz a tarefa dita pelo número sem pedir código à pessoa.
5. O não que o agente entende
Capítulos 6 e 12 · cerca de 20 minutos. Passou quando cada erro diz o que deu errado, o próximo passo com o nome da ferramenta, e, no 402, qual plano libera e "não tente contornar"; no 429, quando voltar; e o agente parou no limite sem apagar nada nem inventar causa.
6. O aviso assinado
Capítulo 7 · cerca de 20 minutos. Passou quando o aviso verdadeiro foi aceito uma vez, o sem selo e o mexido foram recusados, e o reenvio foi contado uma vez só.
7. A porta, aberta por um gesto
Capítulos 8 e 9 · cerca de 20 minutos. Passou quando o agente entrou com uma aprovação no navegador; as três recusas recusaram, a sem token com o endereço dos metadados; e a conta nova nasceu com um código ditado por você, e nada mais.
8. O dono e o segredo
Capítulos 8 e 10 · cerca de 15 minutos. Passou quando nenhum parâmetro decide o dono, nenhuma resposta traz credencial, e as quatro ações estão fora das ferramentas.
9. A instrução escondida
Capítulo 10 · cerca de 10 minutos. Passou quando nada mudou sem a sua confirmação, e o que a ordem pedia de pior não tem ferramenta. Se o agente avisou da ordem, ótimo; a conferência não depende disso.
10. O placar
Capítulos 2 e 11 · cerca de 45 minutos, a maior parte rodando sozinha. Passou quando o placar novo existe, com o total de cada tarefa, o modelo e a data, ao lado do de partida; e cada falha que sobrou tem a causa escrita.
O que mudou em cada revisão
A especificação do MCP, revisão por revisão
O que cada revisão mudou que pede alguma coisa ao servidor do seu produto, lido na lista de mudanças de cada uma em 25 de outubro de 2026.
28 de julho de 2026, a que o livro usa
Saíram a sessão, o cabeçalho que a identificava e o aperto de mãos do começo: cada pedido leva a versão e as capacidades de quem chama. O servidor tem de responder a server/discover. As tarefas longas viraram extensão oficial. Todo resultado diz se está completo ou se pede mais. O iss na resposta de autorização, que o cliente tem de conferir. Raízes, amostragem e registro marcados para sair.
25 de novembro de 2025, a anterior
O documento de identidade do cliente (CIMD) passa a ser o registro recomendado; a descoberta do servidor de autorização aceita o OpenID Connect; o escopo pode crescer pelo 401; o erro de validação de entrada volta como erro de execução, para o modelo se corrigir; os metadados do recurso protegido seguem o RFC 9728; e as tarefas entram como experimentais.
O que vem
A revisão de julho de 2026 avisa que a próxima deve tornar o iss obrigatório. O OAuth 2.1 e o CIMD ainda são rascunhos no IETF, e o WebMCP, um relatório de grupo comunitário do W3C (capítulo 13).
O caminho deste livro, peça por peça
Cada peça nos serviços do autor
O passo de cada capítulo de 3 a 12 nos serviços do autor, o Infrastructure, em uma linha, com o que eles não cobrem. É do autor, e o livro diz isso: o que conferir em qualquer outro fornecedor está em cada capítulo.
Capítulo 3, o llms.txt
Um llms.txt geral e um por serviço, cada um com a seção do que não existe; o servidor MCP de cada serviço aponta para o dele como documentação.
Capítulo 4, a documentação
Um teste conta as ferramentas no código e confere as páginas; a leitura contra o código, a cada mudança grande, com a data.
Capítulo 5, o servidor MCP
Sete servidores MCP, 105 ferramentas em 1º de novembro de 2026, 56 de só leitura e 49 marcadas como destrutivas; cada ferramenta usa a mesma consulta e a mesma checagem de permissão da tela.
Capítulo 6, os erros
Os erros dizem o próximo passo com o nome da ferramenta; o 402 e o 429 dizem o que fazer; 60 chamadas por minuto por pessoa no MCP, contra o laço.
Capítulo 7, os avisos
Avisos assinados no formato Standard Webhooks no login, na publicação e na cobrança, no plano Scale; o segredo aparece uma vez.
Capítulo 8, a autorização
OAuth 2.1 com a audiência conferida em toda chamada: mesmo login, autorização por produto. O dono vem do token, e a chave de API não entra no servidor MCP.
Capítulo 9, o login de uma interação
Do zero à conta com um código de 8 caracteres no e-mail, a única interação humana; o e-mail diz qual aplicação pediu.
Capítulo 10, o que o agente nunca faz
O serviço de funções não tem ferramenta de apagar, e nenhuma devolve credencial; o envio de e-mail é marcado como destrutivo, com chave de repetição e teto diário; a resposta do agente numa caixa de e-mail vira rascunho.
Capítulo 11, os testes
Testes que leem o código das ferramentas, a cada mudança, e as jornadas do MCP, rodados na máquina do autor antes de publicar.
Capítulo 12, o plano
Os planos no llms.txt, em número; o limite barra só o próximo recurso, e o 402 diz o plano que libera; o agente não paga.
O que o caminho não cobre
O servidor MCP do seu produto mora no seu backend: o serviço de funções não deixa chegar à função o cabeçalho Authorization. A cobrança é só pela Stripe, sem Pix nem boleto.
Ligar o agente a cada serviço
Os endereços dos sete servidores MCP, e o comando para ligar cada um ao Claude Code, estão no llms.txt do Infrastructure, na seção Servidores MCP.
A comparação de fornecedores, com a data
Os clientes de agente, o login e onde mora o servidor
O que cada fornecedor documenta, lido em 25 de outubro de 2026, e os serviços do autor, lidos no código em 1º de novembro; incluídos os serviços do autor, sem esconder o que eles não fazem. Confira a página antes de usar.
O Claude, da Anthropic
Liga o servidor por OAuth, com registro dinâmico ou com o documento de identidade do cliente, este só quando o servidor de autorização anuncia que aceita e aceita cliente público; a credencial fixa, digitada pelo dono da organização, está em teste, para poucas organizações. O diretório de conectores recusa a ferramenta sem título ou sem a marca que se aplica, e a ferramenta pega-tudo.
O ChatGPT, da OpenAI
Pede os metadados do recurso protegido no servidor MCP, repete o parâmetro resource no fluxo inteiro e identifica ou registra o cliente pelo documento de identidade, pelo registro dinâmico ou por um cliente pré-definido, com PKCE. As marcas que o servidor anuncia entram na revisão do aplicativo.
Os serviços do autor, o Infrastructure
Servidor de autorização com OAuth 2.1, PKCE S256, iss, indicador de recurso e documento de identidade do cliente; sete servidores MCP na revisão de julho de 2026, com a audiência conferida em toda chamada. Não faz a extensão de tarefas, o WebMCP nem o A2A; e o serviço de funções não deixa chegar à função o cabeçalho Authorization, por isso o servidor MCP do seu produto mora no seu backend.
Onde achar um programador
Quando o passo pede alguém que programa por ofício
As quatro situações do capítulo 13, o que pedir, e os lugares abertos em 23 de outubro de 2026, sem recomendação; cada um cobra de um jeito, dito na página dele.
Quando chamar
Quando o servidor de autorização é seu; quando o agente mexe em dinheiro; quando o produto guarda dado sensível e o agente lê texto de fora; e quando o placar do capítulo 11 não sobe.
O que pedir
As Dez conferências como critério de entrega, o placar antes e depois, e o contrato com as contas no seu nome, o código seu e as chaves trocadas no fim.
99Freelas
Trabalho por projeto, em português; serve a um projeto fechado, com começo e fim.
GetNinjas
Serviço pontual, com até quatro orçamentos.
O anúncio de vaga para quem contrata às vezes, e um mercado de serviços com até cinco propostas.
Para continuar
Os outros volumes e o canal do autor
Os volumes da série que seguem este caminho, atualizados quando um sair.
Construir com IA, o volume 10
O caminho que vem antes deste: o sistema no ar, com login, dados e cobrança, para quem cria sem ser programador.
A equipe que não existe, o volume 12
Em estrutura: operar um negócio inteiro com agentes.
Forward Deployed Engineer, o volume 13
Em estrutura: fazer disso a profissão.
O canal do autor
Os vídeos em que o autor mostra a construção.
Onde conferir o que a IA não sabe
As fontes oficiais
A especificação do MCP
A revisão de 28 de julho de 2026, com a autorização, as ferramentas e a lista de mudanças.
As ferramentas
O guia da Anthropic para escrever ferramentas para agentes, e o da OpenAI para os metadados.
O llms.txt
A proposta, e a auditoria do Lighthouse para agentes, experimental.
A lei
No site do Planalto, com a redação em vigor: a LGPD, o CDC e o decreto do comércio eletrônico. A aplicação ao agente é leitura do livro.
Os serviços do caminho
O que cada serviço do Infrastructure faz, os planos e o que não existe, no llms.txt de cada produto, lido antes de cada passo.
Atualizado em 01/11/2026
Este kit acompanha o livro Feito para agentes
O kit online acompanha o livro, na versão 0.1.0: os prompts dos treze capítulos, palavra por palavra, a trilha dos treze passos, as dez conferências e os testes do livro, com as 120 conversas inteiras. Feito com o auxílio de inteligência artificial; revisado e aprovado por humanos.
