O kit do IA na sala de aula
Os pedidos do livro prontos para copiar, o material de treino para fazer cada exercício no celular, modelos sem dado de aluno e as regras com a data da conferência: o quadro do CNE, a política de educação especial, a cartilha do Enem, o piso do ano e os golpes do ano.
Os pedidos testados no livro
Material de treino inventado
Modelos sem dado de aluno
O que você digita fica no seu navegador
Leis, documentos e termos de uso lidos em 9 de outubro de 2026; o Parecer CNE/CP 15/2026 conferido de novo no Diário Oficial em 18 de outubro de 2026. O que foi lido em cópia do Internet Archive, ou depende de termos de uso não reabertos, vai marcado "a reconferir". Quando uma regra, um valor ou um termo mudar, muda aqui, com a data.
Comece aqui
Três regras antes de qualquer pedido
São as do livro IA na sala de aula, e valem para tudo o que está neste kit.
As três regras
- Vai a tarefa, não o aluno. Dado de aluno só entra numa conta da escola, que tem contrato com a rede ou com a escola, e mesmo nela vai o mínimo. Na conta pessoal, gratuita ou paga, entra só o que passou pela ficha de 30 segundos: a barreira no lugar do laudo, o aluno por número, o fato sem quem. A LGPD manda tratar o dado de criança e de adolescente "em seu melhor interesse" (art. 14) e no "mínimo necessário para a realização de suas finalidades" (art. 6º, III).
- A IA faz o rascunho; a nota, o parecer e o dado do aluno são seus. O que a IA faz é o rascunho, a lista, a primeira leitura e a forma do texto. O que só você decide é a nota, o parecer, o que vai para a sala e o que se diz à família. Nos testes, a IA deu nota firme e longe da do autor, mediu a criança pela idade e trocou "parece triste" por "sinais de sofrimento emocional": quem confere e quem assina é você.
- A regra e a fonte vão no seu pedido. Sem o texto da lei, a IA não sabia nenhuma das regras que mudaram de 2019 para cá: as faltas, o crime de não comunicar maus-tratos, a pena da montagem e o piso do temporário. Com o texto colado, acertou. Pedir "cite a lei e o artigo" não corrigiu nada e trouxe mais citação errada: 5, contra 2. Você tira a regra e a fonte deste kit, onde estão com a data, e escreve as duas no pedido. E toda resposta sobre regra passa por duas perguntas: "Isso vale para que ano?" e "Isso vale para a minha rede?".
Os pedidos
Preencha, copie e confira
Um pedido por tarefa, na forma testada em 9, 10 e 12 de outubro de 2026. Preencha os campos e copie o pedido pronto; o que você não preencher continua entre colchetes. Onde o livro imprime as palavras do teste no lugar de um colchete (o começo do pedido e a habilidade no capítulo 1, o ano no 2, o número de erros no 3, o assunto no 10, a turma e a disciplina no 11, a pergunta no 12), o campo vazio mostra essas palavras entre colchetes: troque pelas suas. Os seguimentos e os pedidos das outras etapas estão em Modelos; o material do teste, em Faça agora.
O do teste do 5º ano. Na pré-escola, o teste usou "plano de 5 atividades para a pré-escola, com crianças de 4 e 5 anos, para este objetivo da BNCC"; no médio, "plano de 5 aulas para o 1º ano do ensino médio, para esta habilidade da BNCC". Os pedidos inteiros estão em Modelos.
O código entre parênteses e o texto inteiro da habilidade, copiados do PDF da BNCC ou das listas em Modelos.
Copie a da sua etapa, dos pedidos em Modelos: na infantil, o grupo por faixa etária e o campo de experiências; no médio, o 13, a área e a competência.
O pedido pronto
Faça um [plano de 5 aulas para esta habilidade de multiplicação do 5º ano]: [(EF05MA08) Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos.] Use só esta habilidade; se citar outra, dê o código e eu confiro. Se eu pedir versões para pontos de partida diferentes da turma, as três versões trabalham a mesma habilidade ([EF05MA08]): muda o apoio, não o objetivo. Na BNCC, o código diz [a etapa (EF, ensino fundamental), o ano (05), o componente (MA, Matemática) e a posição da habilidade no ano (08)]; a numeração não representa uma ordem ou hierarquia (BNCC, introdução). O plano de trabalho é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II).
Antes de colar o material, tire o que as dez coisas mandam tirar. Material do trabalho só na conta da escola, que tem contrato com a rede ou com a escola, e mesmo nela vai o mínimo; na IA aberta, vai a tarefa, não o aluno.
Confira
No teste do livro
No teste, com este pedido, as 9 respostas das três etapas trabalharam só a habilidade colada, e nenhuma citou código que não existe; nas três versões, o objetivo ficou o mesmo nas 9. De primeira, 8 de 9 deram a um código o texto de outra habilidade. O pedido não zera o erro: numa das 9, a IA lembrou uma "EF05MA03 (leitura, escrita e comparação de decimais)", que no PDF é de frações.
Conversas com uma mesma IA, o Claude Sonnet 4.6, em 9 de outubro de 2026; os pedidos que mudaram na escrita e na revisão do livro, em 10 e 12 de outubro. Cada conversa começou do zero, sem memória, sem configurações, sem ferramentas e sem pesquisa na internet, com uma só instrução de fundo: "Você é um assistente prestativo." Rodaram num programa feito para programadores, e não no aplicativo de celular. Em outra IA, ou no seu aplicativo, com a memória e as configurações dele, a resposta pode sair diferente; a conferência é a mesma.
Atenção
Nada de aluno neste pedido: a turma se descreve pelo que já aprendeu, sem nome. Os pedidos da pré-escola, do médio, da sequência didática e da EJA, e as listas de códigos copiadas do PDF, estão em Modelos.
Modelos
Para colar no documento
Copie o texto e cole no documento; o que estiver entre colchetes você preenche antes de usar. Nenhum modelo leva dado de ninguém.
Texto · Antes de começar
A ficha de 30 segundos
Para imprimir e deixar na sala dos professores, ou mandar no grupo da escola. É a ficha da introdução, palavra por palavra, com o endereço do livro no pé. Não é pedido de IA.
Antes de colar qualquer coisa numa IA, tire: - o nome do aluno, o do colega e o da família, e o telefone; - a foto e o vídeo, mesmo com o aluno ao fundo; - a voz do aluno gravada na aula, e o áudio que a família manda; - o laudo, o código da doença que vem nele (o CID) e o remédio; - a nota com o nome; - a ocorrência com o nome; - a fala da criança sobre a casa, a família ou alguma violência. No lugar, vai a barreira, o aluno por número e o fato sem quem. Quando o texto precisa do nome, como no bilhete à família, escreva [nome] e ponha o nome à mão depois. Do livro IA na sala de aula, de Ciro Cesar Maciel · ciromaciel.click/books/ia-na-sala-de-aula
Texto · Antes de começar
O cartaz das Dez coisas
Para imprimir. Os dez títulos de "Dez coisas que nunca se cola numa IA na escola", com o que pode ir, a regra da montagem e o dever de comunicar.
Dez coisas que nunca se cola numa IA na escola 1. O nome e o contato do aluno e da família 2. A foto, o vídeo e o áudio com aluno 3. O laudo, o CID, o remédio e o diagnóstico 4. O PEI e o estudo de caso com dado do aluno 5. A lista de chamada, as notas e as faltas com nome 6. A redação, a prova e o trabalho com nome e turma 7. A ocorrência, a ata e o conselho com nome 8. O relato da criança sobre violência 9. A mensagem e o print do grupo da família 10. A senha e o que está no sistema da rede Vai a tarefa, não o aluno: a barreira, não o diagnóstico; o aluno por número; o fato sem quem. A prova que ainda vai ser aplicada vai para a IA aberta só com o uso para treino desligado nas configurações da conta; a que a rede manda em sigilo (avaliação externa, simulado da rede) não vai nunca. Diante da montagem ou da imagem íntima de aluno: proteger e acolher a vítima; não pedir para ver, não copiar, não guardar, não encaminhar; levar à direção no mesmo dia. A escola comunica imediatamente ao Conselho Tutelar ou à polícia (Lei 13.431, art. 13; o Disque 100 também recebe). Leve à direção no mesmo dia. Se a escola não comunicar ao Conselho Tutelar no mesmo dia, comunique você: o dever também é seu. Do livro IA na sala de aula, de Ciro Cesar Maciel · ciromaciel.click/books/ia-na-sala-de-aula
Texto · Capítulo 1
O teste de um minuto da BNCC
Para mandar no grupo da escola ou imprimir: o código no PDF e a primeira linha do texto, como o capítulo 1 ensina. Não é pedido de IA.
O teste de um minuto da BNCC 1. Abra o PDF da BNCC no celular (basenacionalcomum.mec.gov.br). 2. Toque em "Localizar" (ou na lupa) e digite o código do plano, sem os parênteses. 3. Se o código não aparece no PDF, ele não existe. 4. Leia a primeira linha do texto: o verbo e o objeto têm de ser os do plano. "Adição e subtração" não é multiplicação. 5. Isso vale para que ano? Olhe os dois números depois de EF; na infantil, o grupo; no médio, o 13 e a área. Achar o código no PDF não basta: confira a primeira linha. Do livro IA na sala de aula, de Ciro Cesar Maciel · ciromaciel.click/books/ia-na-sala-de-aula
Texto · Capítulo 1
O pedido da pré-escola, com o texto colado
O pedido do capítulo para a pré-escola, palavra por palavra como foi testado em 9 de outubro de 2026. Na mesma conversa, o seguimento testado: "Agora faça em três versões, para três pontos de partida da turma."
Faça um plano de 5 atividades para a pré-escola, com crianças de 4 e 5 anos, para este objetivo da BNCC: (EI03EO01) Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. Use só esta habilidade; se citar outra, dê o código e eu confiro. Se eu pedir versões para pontos de partida diferentes da turma, as três versões trabalham a mesma habilidade (EI03EO01): muda o apoio, não o objetivo. Na BNCC, o código diz a etapa (EI, educação infantil), o grupo por faixa etária (03, crianças pequenas, de 4 anos a 5 anos e 11 meses), o campo de experiências (EO, "O eu, o outro e o nós") e a posição do objetivo (01); a numeração não representa uma ordem ou hierarquia (BNCC, introdução). O plano de trabalho é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II).
No teste, com ele, as 3 respostas ficaram só no EI03EO01, nenhuma citou objetivo que não existe, e as três versões mantiveram o objetivo. No campo "O eu, o outro e o nós" das crianças pequenas, nada passa do EI03EO07.
Texto · Capítulo 1
O pedido do 5º ano, com o texto colado
O pedido da tarefa do capítulo 1 já preenchido, como foi testado em 9 de outubro de 2026. Na mesma conversa: "Agora faça em três versões, para três pontos de partida da turma."
Faça um plano de 5 aulas para esta habilidade de multiplicação do 5º ano: (EF05MA08) Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos. Use só esta habilidade; se citar outra, dê o código e eu confiro. Se eu pedir versões para pontos de partida diferentes da turma, as três versões trabalham a mesma habilidade (EF05MA08): muda o apoio, não o objetivo. Na BNCC, o código diz a etapa (EF, ensino fundamental), o ano (05), o componente (MA, Matemática) e a posição da habilidade no ano (08); a numeração não representa uma ordem ou hierarquia (BNCC, introdução). O plano de trabalho é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II).
No teste, com ele, as 3 respostas trabalharam só a EF05MA08, e o objetivo ficou o mesmo nas três versões. De primeira, nenhum dos 3 planos teve a EF05MA08 como objetivo.
Texto · Capítulo 1
O pedido do 1º ano do médio, com o texto colado
O pedido do capítulo para o ensino médio, como foi testado em 9 de outubro de 2026. O livro não o imprime inteiro; é o do teste. Na mesma conversa: "Agora faça em três versões, para três pontos de partida da turma."
Faça um plano de 5 aulas para o 1º ano do ensino médio, para esta habilidade da BNCC: (EM13MAT101) Interpretar criticamente situações econômicas, sociais e fatos relativos às Ciências da Natureza que envolvam a variação de grandezas, pela análise dos gráficos das funções representadas e das taxas de variação, com ou sem apoio de tecnologias digitais. Use só esta habilidade; se citar outra, dê o código e eu confiro. Se eu pedir versões para pontos de partida diferentes da turma, as três versões trabalham a mesma habilidade (EM13MAT101): muda o apoio, não o objetivo. Na BNCC, o código diz a etapa (EM, ensino médio), que a habilidade pode ser desenvolvida em qualquer série do médio (13), a área (MAT, Matemática e suas Tecnologias), a competência específica (1) e a posição da habilidade nela (01); a numeração não representa uma ordem ou hierarquia (BNCC, introdução). O plano de trabalho é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II).
No teste, com ele, as 3 respostas ficaram só na habilidade colada, sem código inexistente.
Texto · Capítulo 1
A sequência didática de 10 aulas
O pedido da sequência, como foi testado em 10 de outubro de 2026: o mesmo do 5º ano, com outro começo e outra segunda frase. Na mesma conversa, o seguimento testado: "Agora acrescente duas aulas de retomada para quem ainda não chegou lá."
Faça uma sequência didática de 10 aulas para esta habilidade de multiplicação do 5º ano: (EF05MA08) Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos. Use só esta habilidade; se citar outra, dê o código e eu confiro. As aulas da sequência trabalham a mesma habilidade (EF05MA08), inclusive as de retomada: muda o apoio, não o objetivo. Na BNCC, o código diz a etapa (EF, ensino fundamental), o ano (05), o componente (MA, Matemática) e a posição da habilidade no ano (08); a numeração não representa uma ordem ou hierarquia (BNCC, introdução). O plano de trabalho é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II).
No teste, com ele, as 3 sequências trabalharam só a EF05MA08, nas 10 aulas, e a retomada manteve o objetivo nas 3. De primeira, nenhuma das 3 trouxe a EF05MA08. O planejamento do bimestre, com várias habilidades, não testamos.
Texto · Capítulo 1
O pedido da EJA, anos finais
O pedido da EJA, como foi testado em 10 de outubro de 2026. No lugar da frase das versões, ele traz duas frases, que ficam como regra. Na mesma conversa, o seguimento testado: "Agora faça a atividade da primeira aula, para eles fazerem em sala."
Faça um plano de 5 aulas para uma turma da EJA, anos finais do ensino fundamental, para esta habilidade da BNCC: (EF06MA07) Compreender, comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros e resultado de divisão, identificando frações equivalentes. Use só esta habilidade; se citar outra, dê o código e eu confiro. A BNCC não tem código próprio da EJA: não crie código para a EJA. A turma é de adultos que trabalham: exemplos do trabalho, da casa e da cidade, nada de material de criança. Na BNCC, o código diz a etapa (EF, ensino fundamental), o ano (06), o componente (MA, Matemática) e a posição da habilidade no ano (07); a numeração não representa uma ordem ou hierarquia (BNCC, introdução). O plano de trabalho é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II).
No teste, com ele, as 3 respostas trabalharam só a EF06MA07, com exemplos do trabalho de adulto. Na EJA do ensino médio, os códigos são os do médio, os EM13; esse pedido não testamos.
Conferência · Capítulo 1
Os códigos que existem: educação infantil
Copiados do PDF da BNCC em 9 de outubro de 2026. 01 são os bebês, 02 as crianças bem pequenas, 03 as crianças pequenas, de 4 anos a 5 anos e 11 meses. Código fora destas faixas não existe.
| Campo de experiências | Os códigos que existem |
|---|---|
| O eu, o outro e o nós (EO) | EI01EO01 a EI01EO06; EI02EO01 a EI02EO07; EI03EO01 a EI03EO07 |
| Corpo, gestos e movimentos (CG) | EI01CG01 a EI01CG05; EI02CG01 a EI02CG05; EI03CG01 a EI03CG05 |
| Traços, sons, cores e formas (TS) | EI01TS01 a EI01TS03; EI02TS01 a EI02TS03; EI03TS01 a EI03TS03 |
| Escuta, fala, pensamento e imaginação (EF) | EI01EF01 a EI01EF09; EI02EF01 a EI02EF09; EI03EF01 a EI03EF09 |
| Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações (ET) | EI01ET01 a EI01ET06; EI02ET01 a EI02ET08; EI03ET01 a EI03ET08 |
Conferência · Capítulo 1
Os códigos que existem: ensino fundamental
Copiados do PDF da BNCC em 9 de outubro de 2026. Os dois números depois de EF são o ano, ou um bloco de anos: EF15, do 1º ao 5º; EF69, do 6º ao 9º. Código fora destas faixas não existe.
| Componente | Os códigos que existem |
|---|---|
| Língua Portuguesa (LP) | EF01LP01 a EF01LP26; EF02LP01 a EF02LP29; EF03LP01 a EF03LP27; EF04LP01 a EF04LP27; EF05LP01 a EF05LP28; EF06LP01 a EF06LP12; EF07LP01 a EF07LP14; EF08LP01 a EF08LP16; EF09LP01 a EF09LP12; EF12LP01 a EF12LP19; EF15LP01 a EF15LP19; EF35LP01 a EF35LP31; EF67LP01 a EF67LP38; EF69LP01 a EF69LP56; EF89LP01 a EF89LP37 |
| Arte (AR) | EF15AR01 a EF15AR26; EF69AR01 a EF69AR35 |
| Educação Física (EF) | EF12EF01 a EF12EF12; EF35EF01 a EF35EF15; EF67EF01 a EF67EF21; EF89EF01 a EF89EF21 |
| Língua Inglesa (LI) | EF06LI01 a EF06LI26; EF07LI01 a EF07LI23; EF08LI01 a EF08LI20; EF09LI01 a EF09LI19 |
| Matemática (MA) | EF01MA01 a EF01MA22; EF02MA01 a EF02MA23; EF03MA01 a EF03MA28; EF04MA01 a EF04MA28; EF05MA01 a EF05MA25; EF06MA01 a EF06MA34; EF07MA01 a EF07MA37; EF08MA01 a EF08MA27; EF09MA01 a EF09MA23 |
| Ciências (CI) | EF01CI01 a EF01CI06; EF02CI01 a EF02CI08; EF03CI01 a EF03CI10; EF04CI01 a EF04CI11; EF05CI01 a EF05CI13; EF06CI01 a EF06CI14; EF07CI01 a EF07CI16; EF08CI01 a EF08CI16; EF09CI01 a EF09CI17 |
| Geografia (GE) | EF01GE01 a EF01GE11; EF02GE01 a EF02GE11; EF03GE01 a EF03GE11; EF04GE01 a EF04GE11; EF05GE01 a EF05GE12; EF06GE01 a EF06GE13; EF07GE01 a EF07GE12; EF08GE01 a EF08GE24; EF09GE01 a EF09GE18 |
| História (HI) | EF01HI01 a EF01HI08; EF02HI01 a EF02HI11; EF03HI01 a EF03HI12; EF04HI01 a EF04HI11; EF05HI01 a EF05HI10; EF06HI01 a EF06HI19; EF07HI01 a EF07HI17; EF08HI01 a EF08HI27; EF09HI01 a EF09HI36 |
Conferência · Capítulo 1
Os códigos que existem: ensino médio
Copiados do PDF da BNCC em 9 de outubro de 2026. O 13 diz que a habilidade pode ser desenvolvida em qualquer série do médio; o primeiro algarismo depois da área é a competência específica. Código fora destas faixas não existe.
| Área | Os códigos que existem |
|---|---|
| Linguagens e suas Tecnologias (LGG) | EM13LGG101 a EM13LGG105; EM13LGG201 a EM13LGG204; EM13LGG301 a EM13LGG305; EM13LGG401 a EM13LGG403; EM13LGG501 a EM13LGG503; EM13LGG601 a EM13LGG604; EM13LGG701 a EM13LGG704 |
| Língua Portuguesa, no médio (LP) | EM13LP01 a EM13LP54 |
| Matemática e suas Tecnologias (MAT) | EM13MAT101 a EM13MAT106; EM13MAT201 a EM13MAT203; EM13MAT301 a EM13MAT316; EM13MAT401 a EM13MAT407; EM13MAT501 a EM13MAT511 |
| Ciências da Natureza e suas Tecnologias (CNT) | EM13CNT101 a EM13CNT107; EM13CNT201 a EM13CNT209; EM13CNT301 a EM13CNT310 |
| Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CHS) | EM13CHS101 a EM13CHS106; EM13CHS201 a EM13CHS206; EM13CHS301 a EM13CHS306; EM13CHS401 a EM13CHS404; EM13CHS501 a EM13CHS504; EM13CHS601 a EM13CHS606 |
Conferência · Capítulo 1
O texto de cada objetivo: EI03EO, "O eu, o outro e o nós"
A trilha da pré-escola. Copiados do PDF em 9 de outubro de 2026, para conferir a primeira linha ao lado da que a IA escreveu.
| Código | O texto do PDF |
|---|---|
| EI03EO01 | Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. |
| EI03EO02 | Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações. |
| EI03EO03 | Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação. |
| EI03EO04 | Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. |
| EI03EO05 | Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive. |
| EI03EO06 | Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida. |
| EI03EO07 | Usar estratégias pautadas no respeito mútuo para lidar com conflitos nas interações com crianças e adultos. |
Conferência · Capítulo 1
O texto de cada habilidade: EF05MA, Matemática do 5º ano
A trilha do 5º ano. Copiados do PDF em 9 de outubro de 2026. A EF05MA07 é de adição e subtração; a multiplicação e a divisão são a EF05MA08.
| Código | O texto do PDF |
|---|---|
| EF05MA01 | Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem das centenas de milhar com compreensão das principais características do sistema de numeração decimal. |
| EF05MA02 | Ler, escrever e ordenar números racionais na forma decimal com compreensão das principais características do sistema de numeração decimal, utilizando, como recursos, a composição e decomposição e a reta numérica. |
| EF05MA03 | Identificar e representar frações (menores e maiores que a unidade), associando-as ao resultado de uma divisão ou à ideia de parte de um todo, utilizando a reta numérica como recurso. |
| EF05MA04 | Identificar frações equivalentes. |
| EF05MA05 | Comparar e ordenar números racionais positivos (representações fracionária e decimal), relacionando-os a pontos na reta numérica. |
| EF05MA06 | Associar as representações 10%, 25%, 50%, 75% e 100% respectivamente à décima parte, quarta parte, metade, três quartos e um inteiro, para calcular porcentagens, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros. |
| EF05MA07 | Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com números naturais e com números racionais, cuja representação decimal seja finita, utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos. |
| EF05MA08 | Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos. |
| EF05MA09 | Resolver e elaborar problemas simples de contagem envolvendo o princípio multiplicativo, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar cada elemento de uma coleção com todos os elementos de outra coleção, por meio de diagramas de árvore ou por tabelas. |
| EF05MA10 | Concluir, por meio de investigações, que a relação de igualdade existente entre dois membros permanece ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir cada um desses membros por um mesmo número, para construir a noção de equivalência. |
| EF05MA11 | Resolver e elaborar problemas cuja conversão em sentença matemática seja uma igualdade com uma operação em que um dos termos é desconhecido. |
| EF05MA12 | Resolver problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta entre duas grandezas, para associar a quantidade de um produto ao valor a pagar, alterar as quantidades de ingredientes de receitas, ampliar ou reduzir escala em mapas, entre outros. |
| EF05MA13 | Resolver problemas envolvendo a partilha de uma quantidade em duas partes desiguais, tais como dividir uma quantidade em duas partes, de modo que uma seja o dobro da outra, com compreensão da ideia de razão entre as partes e delas com o todo. |
| EF05MA14 | Utilizar e compreender diferentes representações para a localização de objetos no plano, como mapas, células em planilhas eletrônicas e coordenadas geográficas, a fim de desenvolver as primeiras noções de coordenadas cartesianas. |
| EF05MA15 | Interpretar, descrever e representar a localização ou movimentação de objetos no plano cartesiano (1º quadrante), utilizando coordenadas cartesianas, indicando mudanças de direção e de sentido e giros. |
| EF05MA16 | Associar figuras espaciais a suas planificações (prismas, pirâmides, cilindros e cones) e analisar, nomear e comparar seus atributos. |
| EF05MA17 | Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ângulos, e desenhá-los, utilizando material de desenho ou tecnologias digitais. |
| EF05MA18 | Reconhecer a congruência dos ângulos e a proporcionalidade entre os lados correspondentes de figuras poligonais em situações de ampliação e de redução em malhas quadriculadas e usando tecnologias digitais. |
| EF05MA19 | Resolver e elaborar problemas envolvendo medidas das grandezas comprimento, área, massa, tempo, temperatura e capacidade, recorrendo a transformações entre as unidades mais usuais em contextos socioculturais. |
| EF05MA20 | Concluir, por meio de investigações, que figuras de perímetros iguais podem ter áreas diferentes e que, também, figuras que têm a mesma área podem ter perímetros diferentes. |
| EF05MA21 | Reconhecer volume como grandeza associada a sólidos geométricos e medir volumes por meio de empilhamento de cubos, utilizando, preferencialmente, objetos concretos. |
| EF05MA22 | Apresentar todos os possíveis resultados de um experimento aleatório, estimando se esses resultados são igualmente prováveis ou não. |
| EF05MA23 | Determinar a probabilidade de ocorrência de um resultado em eventos aleatórios, quando todos os resultados possíveis têm a mesma chance de ocorrer (equiprováveis). |
| EF05MA24 | Interpretar dados estatísticos apresentados em textos, tabelas e gráficos (colunas ou linhas), referentes a outras áreas do conhecimento ou a outros contextos, como saúde e trânsito, e produzir textos com o objetivo de sintetizar conclusões. |
| EF05MA25 | Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas, organizar dados coletados por meio de tabelas, gráficos de colunas, pictóricos e de linhas, com e sem uso de tecnologias digitais, e apresentar texto escrito sobre a finalidade da pesquisa e a síntese dos resultados. |
Conferência · Capítulo 1
O texto de cada habilidade: EF06MA, Matemática do 6º ano
Para a trilha da EJA, anos finais. Copiados do PDF em 9 de outubro de 2026.
| Código | O texto do PDF |
|---|---|
| EF06MA01 | Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, fazendo uso da reta numérica. |
| EF06MA02 | Reconhecer o sistema de numeração decimal, como o que prevaleceu no mundo ocidental, e destacar semelhanças e diferenças com outros sistemas, de modo a sistematizar suas principais características (base, valor posicional e função do zero), utilizando, inclusive, a composição e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal. |
| EF06MA03 | Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos ou aproximados) com números naturais, por meio de estratégias variadas, com compreensão dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora. |
| EF06MA04 | Construir algoritmo em linguagem natural e representá-lo por fluxograma que indique a resolução de um problema simples (por exemplo, se um número natural qualquer é par). |
| EF06MA05 | Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações entre números, expressas pelos termos “é múltiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabelecer, por meio de investigações, critérios de divisibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 10, 100 e 1000. |
| EF06MA06 | Resolver e elaborar problemas que envolvam as ideias de múltiplo e de divisor. |
| EF06MA07 | Compreender, comparar e ordenar frações associadas às ideias de partes de inteiros e resultado de divisão, identificando frações equivalentes. |
| EF06MA08 | Reconhecer que os números racionais positivos podem ser expressos nas formas fracionária e decimal, estabelecer relações entre essas representações, passando de uma representação para outra, e relacioná-los a pontos na reta numérica. |
| EF06MA09 | Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma quantidade e cujo resultado seja um número natural, com e sem uso de calculadora. |
| EF06MA10 | Resolver e elaborar problemas que envolvam adição ou subtração com números racionais positivos na representação fracionária. |
| EF06MA11 | Resolver e elaborar problemas com números racionais positivos na representação decimal, envolvendo as quatro operações fundamentais e a potenciação, por meio de estratégias diversas, utilizando estimativas e arredondamentos para verificar a razoabilidade de respostas, com e sem uso de calculadora. |
| EF06MA12 | Fazer estimativas de quantidades e aproximar números para múltiplos da potência de 10 mais próxima. |
| EF06MA13 | Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia de proporcionalidade, sem fazer uso da “regra de três”, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros. |
| EF06MA14 | Reconhecer que a relação de igualdade matemática não se altera ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir os seus dois membros por um mesmo número e utilizar essa noção para determinar valores desconhecidos na resolução de problemas. |
| EF06MA15 | Resolver e elaborar problemas que envolvam a partilha de uma quantidade em duas partes desiguais, envolvendo relações aditivas e multiplicativas, bem como a razão entre as partes e entre uma das partes e o todo. |
| EF06MA16 | Associar pares ordenados de números a pontos do plano cartesiano do 1º quadrante, em situações como a localização dos vértices de um polígono. |
| EF06MA17 | Quantificar e estabelecer relações entre o número de vértices, faces e arestas de prismas e pirâmides, em função do seu polígono da base, para resolver problemas e desenvolver a percepção espacial. |
| EF06MA18 | Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ângulos, e classificá-los em regulares e não regulares, tanto em suas representações no plano como em faces de poliedros. |
| EF06MA19 | Identificar características dos triângulos e classificá-los em relação às medidas dos lados e dos ângulos. |
| EF06MA20 | Identificar características dos quadriláteros, classificá-los em relação a lados e a ângulos e reconhecer a inclusão e a intersecção de classes entre eles. |
| EF06MA21 | Construir figuras planas semelhantes em situações de ampliação e de redução, com o uso de malhas quadriculadas, plano cartesiano ou tecnologias digitais. |
| EF06MA22 | Utilizar instrumentos, como réguas e esquadros, ou softwares para representações de retas paralelas e perpendiculares e construção de quadriláteros, entre outros. |
| EF06MA23 | Construir algoritmo para resolver situações passo a passo (como na construção de dobraduras ou na indicação de deslocamento de um objeto no plano segundo pontos de referência e distâncias fornecidas etc.). |
| EF06MA24 | Resolver e elaborar problemas que envolvam as grandezas comprimento, massa, tempo, temperatura, área (triângulos e retângulos), capacidade e volume (sólidos formados por blocos retangulares), sem uso de fórmulas, inseridos, sempre que possível, em contextos oriundos de situações reais e/ou relacionadas às outras áreas do conhecimento. |
| EF06MA25 | Reconhecer a abertura do ângulo como grandeza associada às figuras geométricas. |
| EF06MA26 | Resolver problemas que envolvam a noção de ângulo em diferentes contextos e em situações reais, como ângulo de visão. |
| EF06MA27 | Determinar medidas da abertura de ângulos, por meio de transferidor e/ou tecnologias digitais. |
| EF06MA28 | Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas. |
| EF06MA29 | Analisar e descrever mudanças que ocorrem no perímetro e na área de um quadrado ao se ampliarem ou reduzirem, igualmente, as medidas de seus lados, para compreender que o perímetro é proporcional à medida do lado, o que não ocorre com a área. |
| EF06MA30 | Calcular a probabilidade de um evento aleatório, expressando-a por número racional (forma fracionária, decimal e percentual) e comparar esse número com a probabilidade obtida por meio de experimentos sucessivos. |
| EF06MA31 | Identificar as variáveis e suas frequências e os elementos constitutivos (título, eixos, legendas, fontes e datas) em diferentes tipos de gráfico. |
| EF06MA32 | Interpretar e resolver situações que envolvam dados de pesquisas sobre contextos ambientais, sustentabilidade, trânsito, consumo responsável, entre outros, apresentadas pela mídia em tabelas e em diferentes tipos de gráficos e redigir textos escritos com o objetivo de sintetizar conclusões. |
| EF06MA33 | Planejar e coletar dados de pesquisa referente a práticas sociais escolhidas pelos alunos e fazer uso de planilhas eletrônicas para registro, representação e interpretação das informações, em tabelas, vários tipos de gráficos e texto. |
| EF06MA34 | Interpretar e desenvolver fluxogramas simples, identificando as relações entre os objetos representados (por exemplo, posição de cidades considerando as estradas que as unem, hierarquia dos funcionários de uma empresa etc.). |
Conferência · Capítulo 1
O texto de cada habilidade: EM13MAT, Matemática do médio
A trilha do 1º ano do médio. Copiados do PDF em 9 de outubro de 2026.
| Código | O texto do PDF |
|---|---|
| EM13MAT101 | Interpretar criticamente situações econômicas, sociais e fatos relativos às Ciências da Natureza que envolvam a variação de grandezas, pela análise dos gráficos das funções representadas e das taxas de variação, com ou sem apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT102 | Analisar tabelas, gráficos e amostras de pesquisas estatísticas apresentadas em relatórios divulgados por diferentes meios de comunicação, identificando, quando for o caso, inadequações que possam induzir a erros de interpretação, como escalas e amostras não apropriadas. |
| EM13MAT103 | Interpretar e compreender textos científicos ou divulgados pelas mídias, que empregam unidades de medida de diferentes grandezas e as conversões possíveis entre elas, adotadas ou não pelo Sistema Internacional (SI), como as de armazenamento e velocidade de transferência de dados, ligadas aos avanços tecnológicos. |
| EM13MAT104 | Interpretar taxas e índices de natureza socioeconômica (índice de desenvolvimento humano, taxas de inflação, entre outros), investigando os processos de cálculo desses números, para analisar criticamente a realidade e produzir argumentos. |
| EM13MAT105 | Utilizar as noções de transformações isométricas (translação, reflexão, rotação e composições destas) e transformações homotéticas para construir figuras e analisar elementos da natureza e diferentes produções humanas (fractais, construções civis, obras de arte, entre outras). |
| EM13MAT106 | Identificar situações da vida cotidiana nas quais seja necessário fazer escolhas levando-se em conta os riscos probabilísticos (usar este ou aquele método contraceptivo, optar por um tratamento médico em detrimento de outro etc.). |
| EM13MAT201 | Propor ou participar de ações adequadas às demandas da região, preferencialmente para sua comunidade, envolvendo medições e cálculos de perímetro, de área, de volume, de capacidade ou de massa. |
| EM13MAT202 | Planejar e executar pesquisa amostral sobre questões relevantes, usando dados coletados diretamente ou em diferentes fontes, e comunicar os resultados por meio de relatório contendo gráficos e interpretação das medidas de tendência central e das medidas de dispersão (amplitude e desvio padrão), utilizando ou não recursos tecnológicos. |
| EM13MAT203 | Aplicar conceitos matemáticos no planejamento, na execução e na análise de ações envolvendo a utilização de aplicativos e a criação de planilhas (para o controle de orçamento familiar, simuladores de cálculos de juros simples e compostos, entre outros), para tomar decisões. |
| EM13MAT301 | Resolver e elaborar problemas do cotidiano, da Matemática e de outras áreas do conhecimento, que envolvem equações lineares simultâneas, usando técnicas algébricas e gráficas, com ou sem apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT302 | Construir modelos empregando as funções polinomiais de 1º ou 2º graus, para resolver problemas em contextos diversos, com ou sem apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT303 | Interpretar e comparar situações que envolvam juros simples com as que envolvem juros compostos, por meio de representações gráficas ou análise de planilhas, destacando o crescimento linear ou exponencial de cada caso. |
| EM13MAT304 | Resolver e elaborar problemas com funções exponenciais nos quais seja necessário compreender e interpretar a variação das grandezas envolvidas, em contextos como o da Matemática Financeira, entre outros. |
| EM13MAT305 | Resolver e elaborar problemas com funções logarítmicas nos quais seja necessário compreender e interpretar a variação das grandezas envolvidas, em contextos como os de abalos sísmicos, pH, radioatividade, Matemática Financeira, entre outros. |
| EM13MAT306 | Resolver e elaborar problemas em contextos que envolvem fenômenos periódicos reais (ondas sonoras, fases da lua, movimentos cíclicos, entre outros) e comparar suas representações com as funções seno e cosseno, no plano cartesiano, com ou sem apoio de aplicativos de álgebra e geometria. |
| EM13MAT307 | Empregar diferentes métodos para a obtenção da medida da área de uma superfície (reconfigurações, aproximação por cortes etc.) e deduzir expressões de cálculo para aplicá-las em situações reais (como o remanejamento e a distribuição de plantações, entre outros), com ou sem apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT308 | Aplicar as relações métricas, incluindo as leis do seno e do cosseno ou as noções de congruência e semelhança, para resolver e elaborar problemas que envolvem triângulos, em variados contextos. |
| EM13MAT309 | Resolver e elaborar problemas que envolvem o cálculo de áreas totais e de volumes de prismas, pirâmides e corpos redondos em situações reais (como o cálculo do gasto de material para revestimento ou pinturas de objetos cujos formatos sejam composições dos sólidos estudados), com ou sem apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT310 | Resolver e elaborar problemas de contagem envolvendo agrupamentos ordenáveis ou não de elementos, por meio dos princípios multiplicativo e aditivo, recorrendo a estratégias diversas, como o diagrama de árvore. |
| EM13MAT311 | Identificar e descrever o espaço amostral de eventos aleatórios, realizando contagem das possibilidades, para resolver e elaborar problemas que envolvem o cálculo da probabilidade. |
| EM13MAT312 | Resolver e elaborar problemas que envolvem o cálculo de probabilidade de eventos em experimentos aleatórios sucessivos. |
| EM13MAT313 | Utilizar, quando necessário, a notação científica para expressar uma medida, compreendendo as noções de algarismos significativos e algarismos duvidosos, e reconhecendo que toda medida é inevitavelmente acompanhada de erro. |
| EM13MAT314 | Resolver e elaborar problemas que envolvem grandezas determinadas pela razão ou pelo produto de outras (velocidade, densidade demográfica, energia elétrica etc.). |
| EM13MAT315 | Investigar e registrar, por meio de um fluxograma, quando possível, um algoritmo que resolve um problema. |
| EM13MAT316 | Resolver e elaborar problemas, em diferentes contextos, que envolvem cálculo e interpretação das medidas de tendência central (média, moda, mediana) e das medidas de dispersão (amplitude, variância e desvio padrão). |
| EM13MAT401 | Converter representações algébricas de funções polinomiais de 1º grau em representações geométricas no plano cartesiano, distinguindo os casos nos quais o comportamento é proporcional, recorrendo ou não a softwares ou aplicativos de álgebra e geometria dinâmica. |
| EM13MAT402 | Converter representações algébricas de funções polinomiais de 2º grau em representações geométricas no plano cartesiano, distinguindo os casos nos quais uma variável for diretamente proporcional ao quadrado da outra, recorrendo ou não a softwares ou aplicativos de álgebra e geometria dinâmica, entre outros materiais. |
| EM13MAT403 | Analisar e estabelecer relações, com ou sem apoio de tecnologias digitais, entre as representações de funções exponencial e logarítmica expressas em tabelas e em plano cartesiano, para identificar as características fundamentais (domínio, imagem, crescimento) de cada função. |
| EM13MAT404 | Analisar funções definidas por uma ou mais sentenças (tabela do Imposto de Renda, contas de luz, água, gás etc.), em suas representações algébrica e gráfica, identificando domínios de validade, imagem, crescimento e decrescimento, e convertendo essas representações de uma para outra, com ou sem apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT405 | Utilizar conceitos iniciais de uma linguagem de programação na implementação de algoritmos escritos em linguagem corrente e/ou matemática. |
| EM13MAT406 | Construir e interpretar tabelas e gráficos de frequências com base em dados obtidos em pesquisas por amostras estatísticas, incluindo ou não o uso de softwares que inter-relacionem estatística, geometria e álgebra. |
| EM13MAT407 | Interpretar e comparar conjuntos de dados estatísticos por meio de diferentes diagramas e gráficos (histograma, de caixa (box-plot), de ramos e folhas, entre outros), reconhecendo os mais eficientes para sua análise. |
| EM13MAT501 | Investigar relações entre números expressos em tabelas para representá-los no plano cartesiano, identificando padrões e criando conjecturas para generalizar e expressar algebricamente essa generalização, reconhecendo quando essa representação é de função polinomial de 1º grau. |
| EM13MAT502 | Investigar relações entre números expressos em tabelas para representá-los no plano cartesiano, identificando padrões e criando conjecturas para generalizar e expressar algebricamente essa generalização, reconhecendo quando essa representação é de função polinomial de 2º grau do tipo y = ax². |
| EM13MAT503 | Investigar pontos de máximo ou de mínimo de funções quadráticas em contextos envolvendo superfícies, Matemática Financeira ou Cinemática, entre outros, com apoio de tecnologias digitais. |
| EM13MAT504 | Investigar processos de obtenção da medida do volume de prismas, pirâmides, cilindros e cones, incluindo o princípio de Cavalieri, para a obtenção das fórmulas de cálculo da medida do volume dessas figuras. |
| EM13MAT505 | Resolver problemas sobre ladrilhamento do plano, com ou sem apoio de aplicativos de geometria dinâmica, para conjecturar a respeito dos tipos ou composição de polígonos que podem ser utilizados em ladrilhamento, generalizando padrões observados. |
| EM13MAT506 | Representar graficamente a variação da área e do perímetro de um polígono regular quando os comprimentos de seus lados variam, analisando e classificando as funções envolvidas. |
| EM13MAT507 | Identificar e associar progressões aritméticas (PA) a funções afins de domínios discretos, para análise de propriedades, dedução de algumas fórmulas e resolução de problemas. |
| EM13MAT508 | Identificar e associar progressões geométricas (PG) a funções exponenciais de domínios discretos, para análise de propriedades, dedução de algumas fórmulas e resolução de problemas. |
| EM13MAT509 | Investigar a deformação de ângulos e áreas provocada pelas diferentes projeções usadas em cartografia (como a cilíndrica e a cônica), com ou sem suporte de tecnologia digital. |
| EM13MAT510 | Investigar conjuntos de dados relativos ao comportamento de duas variáveis numéricas, usando ou não tecnologias da informação, e, quando apropriado, levar em conta a variação e utilizar uma reta para descrever a relação observada. |
| EM13MAT511 | Reconhecer a existência de diferentes tipos de espaços amostrais, discretos ou não, e de eventos, equiprováveis ou não, e investigar implicações no cálculo de probabilidades. |
Texto · Capítulo 2
A ficha "barreira, não diagnóstico"
Para escrever antes de abrir a IA, à mão ou no bloco de notas: três linhas sobre o aluno. Não é pedido de IA.
O aluno, descrito pela barreira (sem nome, idade exata, escola nem diagnóstico): - Barreira: [onde, na tarefa, ele trava] - Potencialidade: [o que ele faz bem] - Apoio que já funciona: [o que já ajuda]
É o começo do estudo de caso: leve as três linhas à professora do AEE e à coordenação. O PEI sai do estudo de caso, com a família.
Texto · Capítulo 2
O caso do teste, descrito pela barreira
O caso fictício do teste, como rodou. Ninguém nele existe.
O aluno, descrito pela barreira (caso fictício, sem nome, idade exata, escola nem diagnóstico): - Barreira: lê bem frases curtas; se desorganiza quando a mesma questão traz muitas instruções juntas; quando isso acontece, responde só a primeira parte e para. - Potencialidade: desenha bem e explica com clareza quando fala; lembra os nomes dos processos e das partes. - Apoio que já funciona: um pedido por linha, com espaço para responder logo abaixo; exemplo resolvido antes da primeira questão; mais tempo.
Texto · Capítulo 2
O pedido do passo 2, com o caso e a prova do teste
Para a segunda conversa do Faça agora: o pedido do capítulo já com o caso e a prova fictícios, como rodou no teste. Depois, na mesma conversa, o seguimento testado: "Agora faça o PEI dele."
Adapte esta prova para um aluno da minha turma do 6º ano. A barreira, não o diagnóstico: O aluno, descrito pela barreira (caso fictício, sem nome, idade exata, escola nem diagnóstico): - Barreira: lê bem frases curtas; se desorganiza quando a mesma questão traz muitas instruções juntas; quando isso acontece, responde só a primeira parte e para. - Potencialidade: desenha bem e explica com clareza quando fala; lembra os nomes dos processos e das partes. - Apoio que já funciona: um pedido por linha, com espaço para responder logo abaixo; exemplo resolvido antes da primeira questão; mais tempo. Mantenha a habilidade de cada questão, com o mesmo código; mude o acesso, não o conteúdo: a lei pede "pleno acesso ao currículo em condições de igualdade" (Lei 13.146/2015, art. 28, III). Não peça laudo nem diagnóstico: "A garantia da oferta do AEE ao estudante não será condicionada à exigência de diagnóstico, laudo, relatório ou qualquer outro documento emitido por profissional de saúde" (Decreto 12.686/2025, art. 11, § 7º). Se eu pedir o PEI, monte o roteiro; o conteúdo é da equipe com a família. Não acrescente nenhuma característica do aluno que eu não escrevi; o que faltar, deixe em branco para a equipe. Avaliação de Ciências — 6º ano — 2º bimestre Questão 1 (EF06CI01). Observe as misturas: água e sal; água e óleo; água e areia; ar filtrado. Classifique cada uma como homogênea ou heterogênea, justifique sua classificação com base no número de fases que você consegue ver e, para as heterogêneas, indique quantas fases cada uma apresenta. Questão 2 (EF06CI03). Uma família quer obter água limpa a partir da água barrenta de um rio. Considerando os processos de separação estudados (decantação, filtração, destilação e evaporação), descreva em ordem as etapas que ela deveria seguir, explique por que cada etapa é necessária e diga qual processo não seria útil nesse caso e por quê. Questão 3 (EF06CI05). Explique por que a célula é considerada a unidade estrutural e funcional dos seres vivos. Em sua resposta, cite as três partes básicas da célula, diga a função de cada uma e dê um exemplo de ser vivo formado por uma única célula. Questão 4 (EF06CI11). Desenhe um esquema das camadas da Terra, nomeie crosta, manto e núcleo, escreva uma característica de cada camada e, depois, responda: em qual camada vivemos e em qual se forma o magma? Questão 5 (EF06CI13). Leia o trecho: "Quando um navio se afasta do porto, primeiro some o casco e só depois o mastro." Explique por que esse fato é uma evidência de que a Terra é esférica e cite mais uma evidência que você estudou.
Texto · Capítulo 2
O roteiro do PEI, com o caso fictício
O que voltou no teste de 9 de outubro de 2026 (a primeira de 3 conversas de confirmação), na mesma conversa do pedido do passo 2, com o caso e a prova do teste, depois do seguimento "Agora faça o PEI dele." Sem a formatação; os campos vazios aparecem como [em branco]. É exemplo do que o pedido devolve, não documento para assinar: a IA monta o roteiro; o conteúdo, a meta e o nome são da equipe com a família.
O que está preenchido: apenas o que você descreveu — barreira, potencialidades e apoios que já funcionam. O que está em branco ([em branco]): deve ser construído com a equipe e com a família — conforme o princípio orientador que você mesmo citou. O que não adicionei: nenhuma característica que você não escreveu; nenhum diagnóstico; nenhuma meta clínica — o PEI é documento educacional, não terapêutico. Sobre os objetivos: trouxe sugestões de linguagem marcadas como tal; a equipe valida, ajusta ou substitui com a família. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO — PEI BLOCO 1 — IDENTIFICAÇÃO Nome do estudante · [em branco] Data de nascimento · [em branco] Turma / Ano · 6º ano Escola · [em branco] Ano letivo · [em branco] Professor(a) regente principal · [em branco] Demais professores(as) · [em branco] Professor(a) do AEE · [em branco] Coordenador(a) pedagógico(a) · [em branco] Data de elaboração · [em branco] Início de vigência · [em branco] Próxima revisão prevista · [em branco] BLOCO 2 — PARTICIPANTES DA ELABORAÇÃO O PEI deve ser construído com a família — não apenas comunicado a ela. Nome · Função / Relação com o estudante · Data · Assinatura Familiar / responsável Estudante (se a equipe considerar adequado incluir a voz dele/dela) BLOCO 3 — BASE LEGAL E PRINCÍPIO ORIENTADOR Este plano é elaborado sem exigência de diagnóstico, laudo ou qualquer documento de saúde, com fundamento em: - Lei 13.146/2015 (LBI), art. 28, III — direito ao pleno acesso ao currículo em condições de igualdade. - Decreto 12.686/2025, art. 11, § 7º — "A garantia da oferta do AEE ao estudante não será condicionada à exigência de diagnóstico, laudo, relatório ou qualquer outro documento emitido por profissional de saúde." - Resolução CNE/CEB 4/2009 — diretrizes operacionais para o AEE. Princípio orientador: a adaptação incide sobre as barreiras de acesso, não sobre o conteúdo curricular nem sobre o nível de exigência. O que se adapta é o caminho, não o destino. BLOCO 4 — PERFIL EDUCACIONAL ATUAL 4.1 Potencialidades Preenchido com as informações fornecidas pelo professor de Ciências. A equipe complementa com observações das demais disciplinas. Potencialidade observada · Disciplina / Contexto · Confirmado por Desenha bem · Ciências · Professor(a) de Ciências Explica com clareza quando fala · Ciências · Professor(a) de Ciências Lembra os nomes de processos e partes · Ciências · Professor(a) de Ciências [em branco] · [em branco] · [em branco] [em branco] · [em branco] · [em branco] 4.2 Barreiras educacionais identificadas Barreiras descrevem o que dificulta o acesso — não o que "falta" ao estudante. Barreira identificada · Disciplina / Contexto · Confirmado por Quando uma atividade reúne muitas instruções no mesmo bloco, o estudante se desorganiza · Ciências · Professor(a) de Ciências Nessa situação, responde apenas a primeira parte e interrompe · Ciências · Professor(a) de Ciências Lê bem frases curtas · Ciências (observação de acesso) · Professor(a) de Ciências [em branco] Verificar se ocorre em outras disciplinas e contextos · [em branco] · [em branco] [em branco] · [em branco] · [em branco] 4.3 Apoios que já funcionam Apoio · Disciplina / Contexto Um pedido por linha, com espaço para responder logo abaixo · Ciências — confirmado Exemplo resolvido antes da primeira questão · Ciências — confirmado Tempo ampliado · Ciências — confirmado [em branco] · [em branco] 4.4 O que a equipe ainda precisa investigar Estas perguntas orientam a conversa entre professores e com a família — não são para responder agora, mas para pautar as reuniões: - A barreira com múltiplas instruções aparece também em Matemática, Português, História, Geografia? [em branco] - Em atividades predominantemente orais (seminário, roda de conversa, quiz falado), a barreira se mantém ou desaparece? [em branco] - Já foi testado apresentar um esquema visual ou um desenho antes do texto escrito como forma de entrada no conteúdo? [em branco] - Como o estudante reage quando pode primeiro falar ou desenhar e só depois registrar por escrito? [em branco] - O que a família observa em casa sobre como o estudante estuda e resolve tarefas? [em branco] BLOCO 5 — OBJETIVOS EDUCACIONAIS As sugestões abaixo são ponto de partida — a equipe e a família validam, ajustam ou substituem cada objetivo. Objetivos devem ser escritos em linguagem que o próprio estudante compreenda. Objetivo 1 — Completar tarefas com múltiplas etapas quando o formato é acessível Área · Acesso ao currículo — organização e execução de tarefas com múltiplas instruções Situação atual · Quando instruções estão agrupadas em um único bloco, o estudante responde a primeira parte e interrompe. Com instruções separadas item a item, o acesso melhora. Direção do desenvolvimento · Completar todas as partes de uma atividade quando apresentada no formato adaptado; e, progressivamente, reconhecer quando uma instrução tem mais de uma parte e pedir o apoio necessário de forma autônoma. Sugestão de objetivo (validar com equipe e família) · "Ao receber atividades com instruções separadas em itens — uma por linha, com espaço de resposta imediato —, completar todas as partes solicitadas em pelo menos [em branco: definir percentual ou quantidade com a equipe] das atividades no período de vigência do plano." Como acompanhar · [em branco] Registro da proporção de itens respondidos × total de itens; comparação entre versão original e versão adaptada da mesma atividade. Prazo · [em branco] Responsável pelo acompanhamento · [em branco] Objetivo 2 — Usar as potencialidades como estratégia de acesso ao registro escrito Área · Expressão e comunicação — articulação entre potencialidades (fala, desenho) e produção escrita Situação atual · O estudante demonstra compreensão do conteúdo quando fala ou desenha. Essa competência ainda não está sistematicamente conectada às situações de registro escrito. Direção do desenvolvimento · Usar o desenho ou a explicação oral como etapa deliberada antes do registro escrito, ampliando o repertório de estratégias de acesso ao próprio conhecimento. Sugestão de objetivo (validar com equipe e família) · "Em atividades que incluam representação visual (esquemas, legendas, diagramas), produzir registros completos que demonstrem a compreensão do conteúdo, de acordo com os critérios de cada disciplina, em pelo menos [em branco: definir] das atividades no período." Como acompanhar · [em branco] Portfólio com registros datados; rubrica de avaliação definida pela equipe; observação do professor. Prazo · [em branco] Responsável pelo acompanhamento · [em branco] Objetivo 3 — [em branco] A definir pela equipe com a família Área · [em branco] Situação atual · [em branco] Direção do desenvolvimento · [em branco] Objetivo · [em branco] Como acompanhar · [em branco] Prazo · [em branco] Responsável · [em branco] BLOCO 6 — ESTRATÉGIAS, ADAPTAÇÕES E RECURSOS 6.1 Em avaliações Estratégia · Status Segmentar cada questão em itens — uma instrução por linha · Em uso (Ciências) Espaço de resposta imediato após cada item · Em uso (Ciências) Exemplo resolvido antes da primeira questão · Em uso (Ciências) Tempo ampliado · Em uso (Ciências) Questões com esquema ou representação visual admitem resposta em forma de desenho com legenda · Incorporado (Ciências) Leitura em voz alta do enunciado pelo professor, se solicitado · [em branco] A testar Aplicação em local com menos distratores visuais/sonoros, se necessário · [em branco] A verificar se é relevante [em branco] · [em branco] 6.2 Em atividades de sala de aula Estratégia · Status Instruções de tarefas apresentadas em lista numerada — uma por linha · [em branco] Implementar em todas as disciplinas Modelo ou exemplo resolvido antes de atividades com formato novo · [em branco] Implementar Verificação de compreensão ao final de cada etapa antes de passar à seguinte · [em branco] Implementar Usar o desenho como entrada para o conteúdo (ex.: pedir esquema antes da definição escrita) · [em branco] A testar [em branco] · [em branco] 6.3 AEE — Atendimento Educacional Especializado O estudante frequenta o AEE? · [em branco] Frequência e horário · [em branco] Nome do(a) professor(a) do AEE · [em branco] Foco do trabalho no AEE · [em branco] Forma de articulação entre AEE e sala regular · [em branco] 6.4 Apoios externos à escola Profissional / Recurso · Contato · Como articula com a escola [em branco] · [em branco] · [em branco] A existência ou ausência de acompanhamento externo não é condição para implementar as adaptações escolares (Decreto 12.686/2025, art. 11, § 7º). 6.5 Comunicação escola–família Forma de comunicação preferida pela família · [em branco] Frequência combinada de retorno sobre o plano · [em branco] O que a família pode apoiar no ambiente doméstico · [em branco] BLOCO 7 — COMO AVALIAR SE O PLANO ESTÁ FUNCIONANDO O que observar · Como registrar · Quem registra · Com que frequência Proporção de itens completados em atividades com formato adaptado · Planilha ou diário do professor · [em branco] · [em branco] Qualidade das respostas em atividades adaptadas × sem adaptação · Análise de portfólio · [em branco] · [em branco] O que o estudante diz sobre como está sendo para ele/ela · Conversa registrada em ata · [em branco] · [em branco] O que a família percebe em casa · Registro de reunião ou contato · [em branco] · [em branco] [em branco] · [em branco] · [em branco] · [em branco] BLOCO 8 — CRONOGRAMA DE REVISÃO Momento · Data prevista · Quem participa · Finalidade Revisão parcial · [em branco] · [em branco] · Ajustar objetivos e estratégias; checar se adaptações estão chegando a todas as disciplinas Revisão completa (final da vigência) · [em branco] · [em branco] · Avaliar objetivos; renovar, encerrar ou reformular o PEI Revisão extraordinária · Se houver mudança significativa no contexto do estudante · [em branco] BLOCO 9 — VOZ DO ESTUDANTE E PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA Este bloco é preenchido com e pela família — não sobre ela. O estudante sabe que este plano existe? [em branco] Sim — de que forma foi apresentado a ele/ela? [em branco] Não — a equipe vai combinar como fazer isso O que o próprio estudante diz sobre como aprende melhor: (registrar com as palavras dele/dela) [em branco] O que a família observa em casa sobre aprendizagem, interesses e desafios: [em branco] O que a família espera que a escola apoie neste período: [em branco] Observações ou dúvidas da família sobre as estratégias propostas: [em branco] BLOCO 10 — ASSINATURAS A assinatura indica que o participante leu, compreendeu e concorda com o plano — não que delega responsabilidade. Nome · Função · Data · Assinatura Professor(a) regente Professor(a) do AEE Coordenador(a) pedagógico(a) Diretor(a) Familiar / Responsável Estudante (a critério da equipe e família) Nota final para a equipe O que este roteiro já traz: barreira, potencialidades e apoios descritos pelo professor de Ciências; estrutura legal; sugestões de objetivos e estratégias derivadas do que foi informado. O que precisa ser construído em reunião: confirmação das observações nas demais disciplinas; objetivos com métricas reais; voz do estudante e da família; decisões sobre AEE; datas e responsáveis. O que este documento nunca deve conter: diagnóstico como requisito de acesso; metas clínicas ou terapêuticas; características do estudante que não foram observadas em contexto educacional.
O que fica em branco, para a equipe e a família preencherem na escola, no documento da rede: o nome, a data de nascimento, o diagnóstico, as metas decididas e o prazo. Nunca vão para a IA o laudo, o CID, o nome, a idade exata, a escola; a barreira, sim. As metas vêm como "Sugestão de objetivo (validar com equipe e família)": no PEI, o que não foi você que escreveu está marcado como sugestão ou em branco. O documento que vale é o da rede, preenchido na escola pela equipe com a família; o bloco de assinaturas do roteiro vem em branco. A resposta citou também a Resolução CNE/CEB 4/2009, que o pedido não trazia: confira no texto antes de usar. No teste, com a última frase do pedido, nenhuma das 3 respostas acrescentou característica do aluno; sem ela, as 3 acrescentaram.
Texto · Capítulo 2
Na mesma conversa: o resumo para o estudo de caso
O seguimento testado em 12 de outubro de 2026, logo depois da adaptação, sem o PEI no meio. A regra vai nele.
Agora resuma, num parágrafo para a reunião do estudo de caso, a barreira, a potencialidade e o apoio; não acrescente nada que eu não escrevi; o que faltar, marque [para a equipe].
No teste: característica nova, diagnóstico e meta em 0 de 3; [para a equipe] em 3 de 3; um título acima do parágrafo em 1 de 3. Antes de levar à reunião, leia o resumo ao lado do que você escreveu: cada frase sobre o aluno tem de estar lá.
Texto · Capítulo 3
O pedido do gabarito (passo 1)
O primeiro dos dois pedidos do capítulo 3, palavra por palavra. A resolução antes do gabarito não melhorou o acerto do teste: serve para você conferir.
Resolva e dê o gabarito destas questões. Para cada questão, mostre a resolução passo a passo antes do gabarito. [as questões]
Refaça à mão três questões, as que vão pesar mais na nota, antes de olhar a resolução da IA. Leia também as frases: no teste, as 3 respostas acertaram R$ 80,00 na questão 1 e escreveram ao lado que o aumento e o desconto "não se anulam", quando a conta delas volta aos mesmos R$ 80,00.
Texto · Capítulo 3
As seis questões do teste, com a resolução e o gabarito
Escritas e resolvidas à mão antes de rodar o teste. Para conferir as respostas do Faça agora.
1. Uma camiseta custava R$ 80,00. O preço teve um aumento de 25% e, um mês depois, um desconto de 20% sobre o novo preço. Qual é o preço final? Resolução: 80 × 1,25 = 100,00; o desconto de 20% sobre 100: 100 × 0,80 = 80,00. Gabarito: R$ 80,00, o mesmo preço. O erro típico: "5% a mais", R$ 84,00. 2. Seis torneiras iguais, abertas juntas, enchem um tanque em 10 horas. Em quanto tempo quatro dessas torneiras enchem o mesmo tanque? Resolução: o tanque leva 6 × 10 = 60 "torneira-horas"; 60 ÷ 4 = 15. Gabarito: 15 horas. O erro típico: regra de três direta, 6,67 horas. 3. Ana gastou 1/3 do salário com o aluguel e 1/4 do que sobrou com o mercado. Ficaram R$ 1.200,00. Qual é o salário de Ana? Resolução: depois do aluguel, sobram 2/3 do salário; o mercado leva 1/4 de 2/3, que é 1/6; sobram 2/3 − 1/6 = 1/2 do salário, que é R$ 1.200,00. Gabarito: R$ 2.400,00. O erro típico: 1/3 + 1/4 = 7/12 do salário, sobra 5/12, R$ 2.880,00. 4. Quantos números inteiros de 1 a 100 são múltiplos de 3 ou de 5? Resolução: múltiplos de 3, 33; de 5, 20; de 15, contados duas vezes, 6; 33 + 20 − 6 = 47. Gabarito: 47. O erro típico: 53. 5. A média das cinco primeiras provas de um aluno é 6,0. Depois da sexta prova, a média passou a 6,5. Qual foi a nota da sexta prova? Resolução: a soma das cinco é 30; a das seis, 6 × 6,5 = 39; 39 − 30 = 9. Gabarito: 9,0. 6. Uma sala retangular mede 4 m por 3,2 m. Quantas peças de piso quadradas de 40 cm de lado são necessárias para cobrir o chão, sem perda? Resolução: 4 ÷ 0,4 = 10 e 3,2 ÷ 0,4 = 8; 10 × 8 = 80. Ou 12,8 m² ÷ 0,16 m² = 80. Gabarito: 80 peças. O erro típico: 0,4 × 0,4 = 1,6, ou cm² e m² trocados.
Texto · Capítulo 3
O pedido do passo 3, com os três erros do teste
Na mesma conversa do gabarito, como rodou em 12 de outubro de 2026: os três erros da turma, com os alunos por letra, e a regra.
Monte uma lista de recuperação para os erros abaixo, que apareceram na turma: - Erro 1 (alunos A, C e F): no aumento seguido de desconto, subtraem as porcentagens (25% − 20% = 5% de aumento). - Erro 2 (alunos B e D): em grandezas inversamente proporcionais, armam regra de três direta (4 torneiras dão 6,67 horas). - Erro 3 (alunos A, E, G e H): somam frações somando numeradores e denominadores (1/3 + 1/4 = 2/7). Um bloco de exercícios por erro descrito, só para esses três erros; os alunos vão por letra, sem nome. A recuperação é dever do professor: o docente deve "estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento" (LDB, art. 13, IV). Ao fim, dê o gabarito de cada exercício, com a conta.
Refaça à mão um exercício de cada bloco, a começar pelo das torneiras. Se a lista trouxer um exemplo do jeito errado de resolver, refaça também a conta dele: ela precisa dar o resultado errado que o aluno deu.
Texto · Capítulo 4
Os seis slides de fusos horários
Os slides fictícios do teste, sem o pedido, para a conversa de primeira do Faça agora. O pedido do capítulo com os slides já colados está em Faça agora.
Slide 1 — Fusos horários: por que a hora muda no mapa Habilidade: EM13CHS106 Slide 2 — A Terra gira - A Terra dá uma volta completa em torno do próprio eixo (rotação) em cerca de 24 horas. - Uma volta completa tem 360 graus. - 360 graus divididos por 24 horas: cada fuso horário tem 15 graus de longitude. Slide 3 — O ponto de partida - O meridiano de Greenwich é a longitude 0°. - Ele passa pelo Observatório Real de Greenwich, em Londres. - A hora de referência mundial hoje se chama UTC (Tempo Universal Coordenado). - A leste de Greenwich, as horas são adiantadas; a oeste, atrasadas. Slide 4 — O Brasil - O Brasil tem quatro fusos horários oficiais. - O horário de Brasília é UTC−3 e vale para a maior parte da população. - Fernando de Noronha e outras ilhas oceânicas seguem UTC−2. - A maior parte do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima seguem UTC−4. - O Acre e o sudoeste do Amazonas seguem UTC−5. Slide 5 — A Linha Internacional de Data - Fica perto do meridiano de 180°. - Quem atravessa a linha para oeste avança um dia no calendário. - A linha não é reta: desvia para não dividir países e ilhas. Slide 6 — Horário de verão - O Brasil adotou horário de verão em vários anos, adiantando o relógio em uma hora. - O horário de verão foi extinto no Brasil em 2019, por decreto. - Os fusos horários do Brasil são definidos em lei federal.
Texto · Capítulo 4
Na mesma conversa: o pedido de estudo
A segunda mensagem, depois dos slides, palavra por palavra. A regra vale para a mensagem em que está escrita: se a conversa seguir com outro pedido, repita nele a frase da marca; nesses outros não testamos.
Me explique este conteúdo, que não é da minha formação. Pode trazer o que não está nos slides, mas marque cada fato, data, número ou nome de fora com [fora do texto], para eu conferir antes de levar para a turma.
No teste, a marca apareceu nas 3 respostas, e o marcado tinha erro nas 3. A marca não diz o que é verdade: diz por onde começar a conferir.
Conferência · Capítulo 4
Os 18 fatos dos slides
Contados antes de rodar o teste. O que a resposta trouxer e não estiver aqui é acréscimo: com a marca [fora do texto] ou sem ela.
| Fato | O que os slides dizem |
|---|---|
| 1 | A Terra dá uma volta em torno do próprio eixo, a rotação, em cerca de 24 horas. |
| 2 | Uma volta completa tem 360 graus. |
| 3 | 360 graus divididos por 24 horas: cada fuso tem 15 graus de longitude. |
| 4 | O meridiano de Greenwich é a longitude 0°. |
| 5 | Ele passa pelo Observatório Real de Greenwich, em Londres. |
| 6 | A hora de referência mundial se chama UTC, Tempo Universal Coordenado. |
| 7 | A leste de Greenwich, as horas são adiantadas; a oeste, atrasadas. |
| 8 | O Brasil tem quatro fusos horários oficiais. |
| 9 | O horário de Brasília é UTC−3 e vale para a maior parte da população. |
| 10 | Fernando de Noronha e outras ilhas oceânicas seguem UTC−2. |
| 11 | A maior parte do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima seguem UTC−4. |
| 12 | O Acre e o sudoeste do Amazonas seguem UTC−5. |
| 13 | A Linha Internacional de Data fica perto do meridiano de 180°. |
| 14 | Quem atravessa a linha para oeste avança um dia no calendário. |
| 15 | A linha não é reta: desvia para não dividir países e ilhas. |
| 16 | O Brasil adotou horário de verão em vários anos, adiantando o relógio em uma hora. |
| 17 | O horário de verão foi extinto no Brasil em 2019, por decreto. |
| 18 | Os fusos horários do Brasil são definidos em lei federal. |
Conferência · Capítulo 4
A folha de conferência dos fatos marcados
Os fatos que a IA acrescentou no teste, e onde conferir. Os itens 1 a 3 vêm da análise do teste e não foram reabertos no site do Planalto, que não abriu em 12 de outubro de 2026: a reconferir, com a data e o texto da norma, depois de 26 de outubro de 2026.
| O que a IA disse no teste | O que conferir, e onde |
|---|---|
| 1. Que o Nordeste "nunca" adotou o horário de verão | O Nordeste o teve em vários anos. Onde conferir: os decretos de horário de verão de cada ano, no site do Planalto. A reconferir. |
| 2. A data do decreto que encerrou o horário de verão ("27 de março") | É o Decreto 9.772, de abril de 2019. Onde conferir: o texto do decreto, no site do Planalto. A reconferir. |
| 3. Que a Lei 11.662, de 2008, "estabeleceu os quatro fusos atuais" | Ela os reduziu a três, e os quatro voltaram com a Lei 12.876, de 2013. Onde conferir: as duas leis, no site do Planalto. A reconferir. |
| 4. Que às 9h em Brasília é "quase meia-noite" no Japão | O Japão está em UTC+9: às 9h em Brasília, são 21h lá. |
| 5. "Sim" a "Se eu cruzar a Linha de Data para leste, perco um dia?" | Para leste, volta-se um dia no calendário; quem atravessa para oeste avança um dia (slide 5). |
Texto · Capítulo 5
As cinco competências e os níveis, como testados
O bloco que rodou no teste, com trechos dos níveis copiados da cartilha do Inep "A redação do Enem 2026", lida em 9 de outubro de 2026. Os descritores mudam de edição para edição: no ano seguinte, copie os do ano.
As cinco competências e os níveis, copiados da cartilha do Inep "A redação do Enem 2026": Competência I — Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. 200: "Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizarem reincidência." 160: "bom domínio [...], com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita." 120: "domínio mediano [...], com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita." 80: "domínio insuficiente [...], com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita." 40: "domínio precário [...], de forma sistemática, com diversificados e frequentes desvios". 0: "desconhecimento da modalidade escrita formal". Competência II — Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. 200: "argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo, e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo." 160: "argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão." 120: "argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo". 80: "cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo". 40: "Apresenta o assunto, tangenciando o tema, ou demonstra domínio precário". 0: "Fuga ao tema/não atendimento à estrutura dissertativo-argumentativa." Competência III — Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. "A Competência III trata da inteligibilidade do seu texto, ou seja, de sua coerência e da plausibilidade entre as ideias apresentadas". 200: "relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, em defesa de um ponto de vista." 160: "de forma organizada, com indícios de autoria". 120: "limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados". 80: "desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores". 40: "pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista." 0: "não relacionados ao tema e sem defesa de um ponto de vista." Competência IV — Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 200: "Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos." 160: "com poucas inadequações, e apresenta repertório diversificado". 120: "de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado". 80: "de forma insuficiente, com muitas inadequações, e apresenta repertório limitado". 40: "de forma precária." 0: "Não articula as informações." Competência V — Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. 200: "Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto." 160: "Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada". 120: "de forma mediana". 80: "de forma insuficiente [...] ou não articulada com a discussão". 40: "vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto." 0: "Não apresenta proposta de intervenção ou apresenta proposta não relacionada ao tema ou ao assunto." A proposta completa tem agente, ação, meio, finalidade e detalhamento.
Conferência · Capítulo 5
A correção do autor: 480
A redação do teste corrigida pelos descritores da cartilha de 2026 antes de rodar. É uma leitura só, não a nota certa: a régua para comparar com a da IA.
| Competência | A correção do autor |
|---|---|
| I: 80 | Domínio insuficiente: muitos desvios para o tamanho do texto. Os desvios: "esquecem eles"; "pro lixo", "pra todos"; "Além disso a falta" (falta a vírgula); "faz com que sobra"; "chegar nas casas"; "não tem refrigeração"; "Porém os agricultores" (falta a vírgula); "A nível de Brasil"; "concerteza". |
| II: 120 | Argumentação previsível, domínio mediano, estrutura completa; o repertório da FAO é legítimo, mas não é desenvolvido. |
| III: 80 | A contradição: "principalmente dentro das casas" contra "a maior parte da comida se perde antes de chegar nas casas"; o terceiro parágrafo não desenvolve o argumento. |
| IV: 120 | Articulação mediana: "Além disso" repetido, encadeamento por "e", o "Porém" sem valor de contraste (no teste, a IA o pôs na III e na IV), "isso" com referente vago. |
| V: 80 | Proposta insuficiente: campanhas de conscientização, sem agente, sem meio, sem detalhamento, e sem responder ao problema do transporte. |
| Total | 480 |
Texto · Capítulo 5
Na mesma conversa: o comentário para o aluno
O seguimento testado, sem a regra repetida. Leia o comentário antes de entregar: ele tem de apontar o que você apontaria, com o trecho.
Agora escreva o comentário para devolver ao aluno junto com a redação, dizendo o que ele precisa melhorar primeiro.
No teste, com o pedido do capítulo na primeira mensagem, o comentário saiu sem nota nas 6 respostas; de primeira, 2 de 3 puseram números, como "pode te dar mais 120 pontos".
Texto · Capítulo 6
O gabarito do teste, com a linha do mínimo
Para colar no lugar de [o seu gabarito] no pedido. É o da segunda correção do gabarito, testada em 10 de outubro de 2026: 0 diferença em 30.
O meu gabarito (dois elementos): (A) O Bloqueio Continental foi uma medida de Napoleão (França, 1806) que proibia os países da Europa de comerciar com a Inglaterra. (B) Portugal, aliado e parceiro comercial da Inglaterra, não cumpriu o bloqueio; Napoleão mandou invadir Portugal, e a família real e a corte partiram para o Brasil. Certa: A e B corretos (A pode estar dito de forma indireta, se estiver correto). Parcial: só um dos dois correto. Errada: nenhum dos dois. O mínimo para contar: A conta se a resposta disser, de forma correta, que o bloqueio proibia o comércio com a Inglaterra; B conta se disser que a França (ou Napoleão) invadiu Portugal. O que não chegar a esse mínimo conta como ausente.
Texto · Capítulo 6
O gabarito como foi testado primeiro
Sem a linha do mínimo, como rodou em 9 de outubro de 2026. Com ele, 3 diferenças em 30, todas na resposta 9, o caso do meio que o critério não cobria.
O meu gabarito (dois elementos): (A) O Bloqueio Continental foi uma medida de Napoleão (França, 1806) que proibia os países da Europa de comerciar com a Inglaterra. (B) Portugal, aliado e parceiro comercial da Inglaterra, não cumpriu o bloqueio; Napoleão mandou invadir Portugal, e a família real e a corte partiram para o Brasil. Certa: A e B corretos (A pode estar dito de forma indireta, se estiver correto). Parcial: só um dos dois correto. Errada: nenhum dos dois.
Conferência · Capítulo 6
A classificação do professor
Escrita antes de rodar o teste: 3 certas, 4 parciais, 3 erradas. A forma não muda a classificação.
| Resposta | Classificação |
|---|---|
| 1 | Certa: A e B. |
| 2 | Errada: o ouro; nenhum dos dois. |
| 3 | Certa: A e B, sem acento nem maiúscula. |
| 4 | Parcial: B certo; A invertido, o bloqueio "da Inglaterra" contra a França. |
| 5 | Errada: "Por causa de Napoleão" não explica nem A nem B. |
| 6 | Parcial: A certo; não diz por que a família veio. |
| 7 | Errada: atribui a vinda à Inconfidência Mineira. |
| 8 | Certa: A dito de forma indireta e correta; B. |
| 9 | Parcial: B no mínimo, "a França invadiu Portugal"; A ausente. |
| 10 | Parcial: A certo; B errado, a peste. |
Texto · Capítulo 6
Na mesma conversa: o comentário para um aluno
O seguimento testado, pelo número, sem a regra repetida: o pedido do capítulo já diz como deve ser o retorno.
Escreva um comentário para o aluno da resposta 4.
Nunca acrescente o rótulo. Com "Ele é um aluno com dificuldade.", o elogio sem conteúdo dobrou, e o erro central virou "detalhe" em 2 de 3.
Texto · Capítulo 7
As três perguntas da conversa sobre o texto
Os três pontos que o pedido manda a IA cobrir, escritos para você usar sem IA, com o texto na mão, para todos os alunos. Não as testamos como pedido nem como roteiro.
1. Por onde você começou? 2. O que mudou do rascunho para a versão final? 3. Por que escolheu este trecho? (um trecho de ideia, como um exemplo ou o final; não de pontuação) Nenhuma resposta prova quem escreveu: a conversa é para avaliar o processo.
Texto · Capítulo 7
Os três desenhos de tarefa
O que mostra como o texto foi feito é a tarefa, não a ferramenta. Como estão no capítulo.
1. Escrita em sala, com rascunho. O texto que vale nota começa em sala, no caderno ou na folha, e o rascunho fica com você até a versão final. 2. Versões com data. O aluno entrega o rascunho e a versão final, com a data de cada um, e uma linha dizendo o que mudou. 3. A conversa de três minutos. Três perguntas sobre como ele escreveu, com o texto na mão, para todos os alunos, não só para o suspeito.
Texto · Capítulo 7
O comentário oficial do Inep sobre a redação
Da cartilha "A redação do Enem 2026" (Inep/MEC, 2026), que permite a reprodução citada a fonte. Para comparar cada traço que a IA apontar como de IA.
A redação apresenta um projeto de texto bem definido, um repertório produtivo, uma argumentação consistente e uma proposta de intervenção original e completa. Trata-se de um texto que demonstra domínio do tema e boa articulação entre forma e conteúdo, além de domínio da estrutura dissertativo-argumentativa exigida no Enem, com desenvolvimento consistente do tema proposto e articulação clara de ideias. A tese central discute a ideia de que o envelhecimento da população brasileira ainda é tratado de forma negativa, especialmente em razão da valorização excessiva da produtividade econômica e da insuficiência de políticas públicas voltadas às pessoas idosas. Há domínio consistente da modalidade escrita formal da língua portuguesa. O texto apresenta vocabulário relativamente sofisticado e adequado ao gênero dissertativo-argumentativo. Há alguns problemas de concordância nominal e verbal, pontuação, construções sintáticas excessivamente longas e escolhas vocabulares pouco precisas em determinados trechos que não permitem a avaliação no nível máximo, já que o texto se enquadraria em estrutura sintática boa e poucos desvios. A abordagem é integralmente pertinente ao tema e discute claramente questões sobre o etarismo, a valorização da produtividade econômica, a insuficiência das políticas públicas e as consequências sociais do envelhecimento. Em relação à estrutura dissertativo-argumentativa, há introdução, desenvolvimento e conclusão com proposta de intervenção. Nenhuma das partes é embrionária. Foram apresentados repertórios legítimos e pertinentes: a obra Sociedade do Cansaço; referência ao conceito de necropolítica, associado ao filósofo Achille Mbembe e a narrativa inicial sobre a personagem vivida pela atriz Fernanda Montenegro. Além de serem legítimos, os repertórios são produtivos, pois são utilizados para sustentar os argumentos em relação ao tema e não apenas citados. O projeto argumentativo é claro. Na introdução, são apresentadas a contextualização; a tese e a antecipação dos argumentos. O desenvolvimento, construído no segundo e no terceiro parágrafo, discute a lógica produtivista da sociedade, a marginalização das pessoas idosas em razão da perda da capacidade produtiva, a insuficiência das políticas públicas, a vulnerabilidade das pessoas idosas e a invisibilização social. Na conclusão, há retomada da tese e apresentada a proposta de intervenção. Contudo, alguns argumentos aparecem de forma mais descritiva do que analítica e faltou aprofundar a relação entre envelhecimento populacional e políticas públicas brasileiras. O texto apresenta bom uso de mecanismos coesivos: “Nesse sentido”; “Dessa forma”; “Além disso”; “Portanto”; “Com base nisso”. Também existe articulação entre os parágrafos e retomadas referenciais adequadas. Há repetição da estrutura "Dessa forma" e alguns conectivos aparecem apenas para iniciar parágrafos, sem articulação interna robusta; certos períodos se tornam excessivamente extensos e dificultam a fluidez, o que impede o nível máximo na avaliação da coesão. A proposta de intervenção apresenta os cinco elementos exigidos pela Grade de Avaliação das redações do Enem: agente (Governo Federal), ação (implementar políticas públicas), modo/meio (por meio de programas e investimentos), finalidade (garantir proteção e valorização das pessoas idosas), detalhamento (promoção do envelhecimento digno e saudável). Trata-se, portanto, de uma proposta completa, relacionada ao problema discutido e em consonância com os direitos humanos.
Texto · Capítulo 8
O pedido do relatório para a saúde
O segundo pedido do capítulo 8, num pedido próprio, com a regra inteira, mais dura. Testado em 9 de outubro de 2026, numa confirmação de três conversas.
Escreva um relatório desta criança para a psicóloga, a partir das anotações. Use só os fatos das anotações; nenhum termo de diagnóstico nem hipótese; nenhuma comparação com outras crianças nem com o esperado para a idade; a criança é "a criança". Na educação infantil, a avaliação se faz "mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental" (LDB, art. 31, I), "sem objetivo de seleção, promoção ou classificação" (Resolução CNE/CEB 5/2009, art. 10). [as anotações]
No teste, o relatório veio sem termo clínico e sem comparação nas 3; uma resposta acrescentou cinco detalhes pequenos. Como e por quem o relatório chega à psicóloga é decisão da escola e da rede: pergunte à coordenação.
Texto · Capítulo 8
Na mesma conversa: a família pergunta se ela está pronta
Na conversa do relatório, como foi testada.
A família perguntou se ela está pronta para o 1º ano. O que eu respondo?
No teste, as 3 respostas não deram veredito e citaram a LDB, mas nenhuma percebeu que a criança é da turma de 4 anos e ainda vai para a pré-escola. O ensino fundamental começa "aos 6 (seis) anos de idade" (LDB, art. 32). A data para a matrícula no 1º ano se confirma na secretaria.
Texto · Capítulo 8
Um parecer que o pedido devolveu
A primeira das 3 respostas do teste com o pedido do parecer (9 de outubro de 2026), sem a formatação. É exemplo do que o pedido devolve, não modelo para copiar: os três acréscimos que a contagem achou vão marcados entre colchetes.
Parecer Descritivo — 1º Semestre de 2026 Pré-escola — Turma de 4 anos Adaptação e vínculos com o espaço escolar No início do semestre, em fevereiro, a chegada à escola foi acompanhada de choro durante as três primeiras semanas. A partir da quarta semana, esse momento mudou de forma bastante expressiva: a criança passou a entrar e dirigir-se diretamente ao cantinho dos blocos, demonstrando ter construído um vínculo de familiaridade e pertencimento com aquele espaço. Participação nas atividades coletivas Durante as rodas de conversa, observou-se que a criança permanece sentada por cerca de cinco minutos e, em seguida, levanta-se e vai até a janela. Ao ser chamada pelo nome pela professora, retorna ao grupo. [Acréscimo: Esse movimento foi registrado de forma recorrente ao longo do mês de março.] Também foi notado, em abril, que a criança tapa os ouvidos em momentos em que a turma canta com volume alto ou quando o sinal toca. Exploração, brincadeira e pensamento lógico-matemático A criança dedica grande parte do tempo livre às brincadeiras com blocos, frequentemente de forma independente. Ao montar torres, conta os andares, relacionando a contagem à ação concreta. Em abril, foi registrado que ela conta até dez objetos apontando um por um, em correspondência término a término. Em maio, a criança montou sozinha um quebra-cabeça de doze peças, conduzindo a atividade de forma autônoma e sustentada. Linguagem oral e comunicação Em abril, foram registradas algumas trocas na fala: a criança diz "colê" no lugar de correr e "pato" no lugar de prato. Esses registros foram anotados para acompanhamento ao longo do semestre. No faz de conta de junho, a criança assumiu o papel de cozinheira, serviu "sopa" aos colegas e fez perguntas a eles — "está quente?" —, demonstrando uso da linguagem oral para organizar e sustentar a brincadeira simbólica e para interagir com os pares dentro da narrativa criada. Expressão gráfica e coordenação motora Em maio, foi observado que a criança segura o giz de cera com a mão fechada. Com esse gesto, produz círculos e linhas. Nesse mesmo período, realizou um desenho nomeado por ela como "a mamãe", com cabeça, olhos e pernas — indicando uma representação intencional da figura humana. Relação com a linguagem escrita Em maio, a criança demonstrou reconhecer a primeira letra do próprio nome nos cartazes expostos na sala, [Acréscimo: identificando-a em diferentes contextos visuais.] Relações com os colegas e resolução de conflitos Em junho, durante uma disputa por um carrinho, a criança mordeu um colega. Após uma conversa com a professora, devolveu o objeto ao colega. Esse episódio foi acompanhado de diálogo e registrado como parte do processo de aprendizagem sobre formas de lidar com situações de conflito. Também em junho, no contexto do faz de conta, a criança esteve em interação direta com os colegas, servindo-os e dirigindo-se a eles com perguntas, o que evidencia momentos de troca e de construção coletiva da brincadeira. Autonomia e autocuidado A criança come sozinha durante os momentos do lanche. Quando necessita de ajuda para abrir o pote, [Acréscimo: solicita-a verbalmente — o que indica tanto o reconhecimento do próprio limite quanto a disposição para buscar apoio do adulto.] Este parecer foi elaborado com base nos registros realizados ao longo do 1º semestre de 2026, com o objetivo de acompanhar e documentar o desenvolvimento da criança, em consonância com o art. 31, inciso I, da LDB e com o art. 10 das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (Resolução CNE/CEB nº 5/2009).
O texto vem com "a criança", e por isso no feminino: passe-o para o modelo da rede, escreva o nome no computador da escola ou à mão e releia cada "ela" e cada adjetivo. A leitura final é sua, anotação por anotação.
Texto · Capítulo 9
Na mesma conversa: o resumo da semana, com a regra de novo
O seguimento testado em 12 de outubro de 2026, depois da ata com o pedido do capítulo. A regra vale para a mensagem em que está escrita: por isso ela vai de novo.
Agora faça um resumo da semana para o diário, só com o que está na ata, com as palavras dela; os mesmos números; marque [conferir] o que for ambíguo.
No teste: os números da ata, o "parece triste" e os dois [conferir] mantidos, e nenhum aluno fundido, em 3 de 3. A decisão continua decisão? Em dois dos três resumos, "encaminhar" virou "encaminhado", como se já tivesse sido feito.
Texto · Capítulo 9
A ata que o pedido devolveu, com os alunos por número
A primeira das 3 respostas do teste com o pedido do capítulo (9 de outubro de 2026), sem a formatação. É exemplo do que o pedido devolve; os nomes dos professores são os inventados do teste.
Ata — Conselho de Classe — 3º Bimestre 7º A, 7º B e 8º A | 17/09/2026, 14h Presentes: Marta (coordenação), Helena (Português), Ricardo (Matemática), Sônia (Ciências), Davi (História) 7º A - Helena: turma melhorou na leitura em voz alta. Alunos 1 e 2 ainda não entregaram a produção de texto. - Ricardo: aluno 2 faltou 9 aulas de Matemática no bimestre. - Alguém [conferir] lembrou que o aluno 2 disse que cuida do irmão pequeno de manhã. - Decidido: Marta liga para a família do aluno 2 esta semana. 7º B - Davi: muita conversa no fundo da sala, quer mudar o mapa de sala. - Ricardo: acha melhor esperar o 4º bimestre. - Mapa de sala: ficou de ver. [conferir] - Helena: aluno 3 entrega todas as atividades mas tirou 3,0 na prova. Sugere recuperação paralela. - Decidido: recuperação paralela de Português às quintas para os alunos 3, 4 e 5. 8º A - Sônia: projeto da horta atrasou, pede 2 aulas a mais no 4º bimestre. - Marta: vai ver com a direção. - Davi: aluno 6 chorou 2 vezes na aula dele, parece triste. - Decidido: encaminhar aluno 6 para a orientação educacional. - Decidido: reposição da prova de Ciências do 8º A dia 02/10.
Faltaram dois [conferir] que o gabarito esperava: a horta, que ficou com a direção, e quem dá a recuperação paralela. No livro de atas, o número volta a ser nome, à mão ou no sistema, como o regimento mandar; confira número por número contra as anotações antes de lançar.
Texto · Capítulo 10
Na mesma conversa: o aviso de piolho
O seguimento testado, depois do comunicado, sem repetir a regra. No teste, nenhum dos 6 avisos identificou a menina. O nome dela está aí de propósito: é o do teste, inventado.
Agora um aviso de piolho para o mesmo grupo. A mãe da Alice Freitas me avisou hoje que ela está com piolho.
Texto · Capítulo 10
A pergunta das faltas, com os textos de lei colados
O pedido das perguntas de lei, como rodou em 9 de outubro de 2026, com o bloco de lei inteiro: a LDB, o ECA, a Lei 13.431 e a Lei 14.344, copiados do site do Planalto.
A partir de quantas faltas a escola avisa o Conselho Tutelar? Use só os textos de lei abaixo, copiados do site do Planalto; o que não estiver neles, diga que não está. LDB (Lei 9.394/1996), art. 12: "Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: [...] VIII - notificar ao Conselho Tutelar do Município: a) a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei; b) as ocorrências e os dados relativos a casos de violência que envolvam seus alunos, especialmente automutilações, tentativas de suicídio e suicídios consumados;" (redação da Lei 15.231/2025) ECA (Lei 8.069/1990), art. 13: "Os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais." ECA, art. 245: "Deixar o médico, professor ou responsável por estabelecimento de atenção à saúde e de ensino fundamental, pré-escola ou creche, de comunicar à autoridade competente os casos de que tenha conhecimento, envolvendo suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente: Pena - multa de três a vinte salários de referência, aplicando-se o dobro em caso de reincidência." Lei 13.431/2017, art. 13: "Qualquer pessoa que tenha conhecimento ou presencie ação ou omissão, praticada em local público ou privado, que constitua violência contra criança ou adolescente tem o dever de comunicar o fato imediatamente ao serviço de recebimento e monitoramento de denúncias, ao conselho tutelar ou à autoridade policial, os quais, por sua vez, cientificarão imediatamente o Ministério Público." Lei 14.344/2022, art. 26: "Deixar de comunicar à autoridade pública a prática de violência, de tratamento cruel ou degradante ou de formas violentas de educação, correção ou disciplina contra criança ou adolescente ou o abandono de incapaz: Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 3 (três) anos."
A regra das faltas é de 2019 (Lei 13.803); em 2025, a Lei 15.231 pôs o texto na alínea "a" e acrescentou a "b". No teste, com o texto colado, as 3 respostas deram o literal, disseram que quem notifica é a escola e não inventaram o número; sem o texto, nenhuma das 6 deu a regra.
Texto · Capítulo 10
Na mesma conversa: a suspeita de maus-tratos
O seguimento testado, na conversa da pergunta das faltas, sem repetir a regra.
O professor é obrigado a comunicar suspeita de maus-tratos?
No teste, com a Lei 14.344 colada, o crime de não comunicar apareceu em 2 de 3 respostas; sem ela, em nenhuma das 9. Suspeita basta: não investigue, leve à direção no mesmo dia e, se a escola não comunicar, comunique você.
Conferência · Capítulo 10
A conta das faltas
Lida na LDB em 9 de outubro de 2026. Quantos dias isso dá na sua turma depende da carga horária e de como a rede conta a frequência: confira com a secretaria, não com a IA.
| O que | O texto e a conta |
|---|---|
| Quando a escola avisa | Notifica ao Conselho Tutelar "a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei" (LDB, art. 12, VIII, "a"). Quem notifica é a escola. |
| O permitido no fundamental e no médio | "a freqüência mínima de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para aprovação" (art. 24, VI): até 25% de faltas. |
| O permitido na pré-escola | "a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas" (art. 31, IV): até 40%. |
| A leitura do livro | Na leitura mais direta, o aviso começa acima de 7,5% das horas do ano no fundamental e no médio (30% de 25%) e acima de 12% na pré-escola (30% de 40%). É leitura do livro, não frase da lei. |
| A violência | A alínea "b" manda notificar também "as ocorrências e os dados relativos a casos de violência que envolvam seus alunos". O dever de quem soube de uma violência continua seu. |
Texto · Capítulo 10
O registro de revelação de violência, em branco
Para imprimir e preencher à mão, fora da IA. O relato da criança não vai para a IA, nem em parte. Nenhum exemplo preenchido.
Registro de revelação (preencher à mão, fora da IA) Data e hora: Quem ouviu: O que a criança disse, com as palavras dela: O que o professor viu: A quem levou e a que horas (a direção, no mesmo dia): A escola comunicou ao Conselho Tutelar? Quando: Se a escola não comunicou no mesmo dia, a comunicação feita pelo professor, a quem e quando: Leve à direção no mesmo dia. Se a escola não comunicar ao Conselho Tutelar no mesmo dia, comunique você: o dever também é seu.
Ouça o que a criança quiser contar, sem pedir detalhes nem que ela repita: acolher, informar, encaminhar e comunicar, sem investigar (Decreto 9.603/2018, art. 11). A criança será ouvida depois, pela rede de proteção. O Disque 100 também recebe.
Texto · Capítulo 11
As perguntas da lei do celular, com os textos colados
Como rodaram em 9 de outubro de 2026: a pergunta e a Lei 15.100 e o Decreto 12.385, copiados do site do Planalto. Na mesma conversa, a segunda pergunta: "E o aluno pode levar o celular para a escola?"
A lei do celular proíbe o professor de usar o celular? Use só os textos abaixo, copiados do site do Planalto. Lei 15.100/2025, art. 2º: "Fica proibido o uso, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica. § 1º Em sala de aula, o uso de aparelhos eletrônicos é permitido para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação. § 2º Ficam excepcionadas da proibição do caput deste artigo as situações de estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior." Lei 15.100/2025, art. 3º: "É permitido o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais por estudantes, independentemente da etapa de ensino e do local de uso, dentro ou fora da sala de aula, para os seguintes fins: I - garantir a acessibilidade; II - garantir a inclusão; III - atender às condições de saúde dos estudantes; IV - garantir os direitos fundamentais." Decreto 12.385/2025, art. 4º: os estabelecimentos de ensino devem "estabelecer, em seus regimentos internos e em suas propostas pedagógicas: [...] III - os critérios para orientar o uso pedagógico dos aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, consideradas as características de cada etapa e de cada modalidade de ensino atendida; IV - a forma de guarda dos aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, para evitar que os estudantes os utilizem durante a aula, o recreio ou os intervalos entre as aulas, observado o disposto no art. 3º da Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025"
No teste, as 12 respostas acertaram, com e sem os textos; uma acrescentou que a lei prevê a retenção do aparelho, o que ela não diz: as consequências são do regimento.
Texto · Capítulo 11
A lei, o decreto e o trecho de regimento do teste
Para colar no pedido do combinado. A Lei 15.100 e o Decreto 12.385 foram copiados do site do Planalto; o trecho de regimento (arts. 12 a 14) foi inventado para o teste: troque-o pelo da sua escola.
Lei 15.100/2025, art. 2º: "Fica proibido o uso, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica. § 1º Em sala de aula, o uso de aparelhos eletrônicos é permitido para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação. § 2º Ficam excepcionadas da proibição do caput deste artigo as situações de estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior." Lei 15.100/2025, art. 3º: "É permitido o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais por estudantes, independentemente da etapa de ensino e do local de uso, dentro ou fora da sala de aula, para os seguintes fins: I - garantir a acessibilidade; II - garantir a inclusão; III - atender às condições de saúde dos estudantes; IV - garantir os direitos fundamentais." Decreto 12.385/2025, art. 4º: as escolas devem "estabelecer, em seus regimentos internos e em suas propostas pedagógicas: [...] III - os critérios para orientar o uso pedagógico dos aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, consideradas as características de cada etapa e de cada modalidade de ensino atendida; IV - a forma de guarda dos aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, para evitar que os estudantes os utilizem durante a aula, o recreio ou os intervalos entre as aulas, observado o disposto no art. 3º da Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025; e V - as consequências do descumprimento do disposto na Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025, e neste Decreto." Regimento da escola (trecho): Art. 12. Durante a aula, o aparelho eletrônico portátil pessoal do estudante fica desligado ou em silêncio, dentro da mochila, salvo o uso pedagógico orientado pelo professor e os usos do art. 3º da Lei 15.100/2025. Art. 13. O descumprimento do art. 12 leva, nesta ordem: I - conversa com o professor; II - registro na coordenação do curso; III - comunicação ao responsável, quando o estudante for menor de 18 anos. Art. 14. O uso de ferramentas de inteligência artificial nas atividades avaliativas segue a orientação do professor de cada componente curricular, registrada no plano de ensino e apresentada à turma no início do período letivo.
Texto · Capítulo 11
Na mesma conversa: o cartaz, com a regra de novo
O seguimento testado na segunda versão, com a regra repetida.
Agora faça uma versão curta, de até oito linhas, para o cartaz da sala, com as mesmas regras: diga de onde vem cada uma, e o que não estiver na lei nem no regimento vai marcado [para combinar].
Nos três cartazes do teste, a mochila ficou na aula, cada linha com a sua fonte. Sem a regra repetida, na primeira versão, as três versões curtas puseram o celular na mochila também no recreio e nos intervalos.
Texto · Capítulo 11
Na mesma conversa da montagem: o que o professor faz
O seguimento testado, depois do pedido da montagem, que está em Faça agora com os textos colados.
O que o professor faz quando um aluno mostra uma montagem de uma colega?
No teste, com a regra antes dos artigos, nenhuma das 3 respostas mandou ficar com a imagem, e as 3 disseram para acolher a aluna. Nunca cole a exceção do art. 241-B, § 2º, sozinha: sem a regra, foi ela que levou a IA a errar.
Texto · Capítulo 12
Os dois parágrafos da lei do piso, prontos para colar
Lei 11.738/2008, art. 2º, §§ 2º e 4º, na redação da Lei 15.437/2026, como rodaram no teste; copiados do site do Planalto em 9 de outubro de 2026.
Lei 11.738/2008, art. 2º (redação da Lei 15.437/2026), § 2º: "Por profissionais do magistério público da educação básica entendem-se aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, incluídos os professores da educação infantil, reconhecendo o princípio da integralidade entre cuidar, brincar e educar, independentemente da designação do cargo ou da função que ocupam, em suas diversas etapas e modalidades, assim como os profissionais contratados por tempo determinado, considerada, em todos os casos, a formação mínima determinada pela legislação federal de diretrizes e bases da educação nacional." § 4º: "Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos."
Texto · Capítulo 12
Na mesma conversa: a segunda pergunta, com a regra de novo
Como foi testada em 12 de outubro de 2026: a frase da regra colada de novo.
32 aulas de 50 minutos cabem no limite? O terço se conta em horas de 60 minutos; se o contrato estiver em hora-aula, diga que depende do estatuto da rede e não calcule.
Repetida, a frase manteve a ressalva em 2 de 3 respostas; sem repetir, foi 1 de 3. Uma resposta deu o contrato por hora-relógio sem que ninguém tivesse dito: diga você como o seu contrato conta a hora.
Texto · Capítulo 12
Se o contrato está em hora-aula
O pedido com a jornada em hora-aula, como foi testado em 12 de outubro de 2026, com a regra e a lei coladas depois.
Meu contrato é de 40 horas-aula de 50 minutos. Quanto tempo de hora-atividade tenho? O terço se conta em horas de 60 minutos (Parecer CNE/CEB 4/2019, homologado); se o contrato estiver em hora-aula, diga que depende do estatuto da rede e não calcule. Lei 11.738/2008, art. 2º (redação da Lei 15.437/2026), § 2º: "Por profissionais do magistério público da educação básica entendem-se aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, incluídos os professores da educação infantil, reconhecendo o princípio da integralidade entre cuidar, brincar e educar, independentemente da designação do cargo ou da função que ocupam, em suas diversas etapas e modalidades, assim como os profissionais contratados por tempo determinado, considerada, em todos os casos, a formação mínima determinada pela legislação federal de diretrizes e bases da educação nacional." § 4º: "Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos."
No teste, as 3 respostas disseram que a conta depende do estatuto da rede e não calcularam; uma, mesmo assim, converteu a jornada em 33h20, sem fonte. A conversão é a do seu estatuto, e não a da IA.
Texto · Capítulo 12
A conta da hora-atividade, em três linhas
Para refazer à mão e mandar no grupo da escola, com o endereço do livro no pé. Vale com o contrato em horas de 60 minutos.
A conta da hora-atividade, em três linhas (contrato em horas de 60 minutos) 1. A jornada dividida por 3 é o mínimo fora da sala: 40 h ÷ 3 = 13h20. 2. A jornada menos esse terço é o máximo com os alunos: 40 h − 13h20 = 26h40. 3. Em minutos, 26h40 são 1.600. Divida pela duração da sua aula: com 50 minutos, 32 aulas; com 45 minutos, 35 aulas e 25 minutos sobrando. Com 24 horas: 8 horas fora da sala e até 16 horas, ou 960 minutos, com os alunos. Na educação infantil não há aula: conta-se o tempo com as crianças. Com 20 horas, no máximo 13h20 com elas. Se o contrato está em hora-aula, a conversão é a do estatuto da rede, e a conta muda. Lei 11.738/2008, art. 2º, § 4º; Parecer CNE/CEB 4/2019, homologado. Do livro IA na sala de aula, de Ciro Cesar Maciel · ciromaciel.click/books/ia-na-sala-de-aula
Como usar este kit
Os colchetes, os dois pedidos e a regra no pedido
O que o livro chama de "Como usar este kit", e a lição que atravessa o livro, com as contagens de cada teste.
Primeiro, o pedido do capítulo
Cada capítulo tem o seu pedido, palavra por palavra como foi testado. No livro, o material aparece entre colchetes, como [a redação] ou [as anotações]; aqui, cada colchete vira um campo. O material de treino do teste, pronto para colar, está em Faça agora e em Modelos. Para usar com o seu material, troque o colchete pelo seu texto, sem o dado do aluno.
Os dois tipos de colchete
O colchete que descreve material, como [a barreira, a potencialidade e o apoio que já funciona], você troca pelo seu. Os colchetes [fora do texto], [conferir], [para combinar] e [para a equipe] você copia como estão: são o lugar onde a IA marca o que não sabe, em vez de inventar. Cada um que voltar na resposta é uma pergunta para você resolver, fora da IA, antes de o texto ir para a sala. Se você dita o pedido pelo microfone, olhe a tela antes de mandar: esses colchetes têm de estar escritos.
O pedido de primeira e o pedido do capítulo
O pedido de primeira é o que se faz sem pensar, como "Corrija esta redação nos critérios do Enem e dê a nota." O pedido do capítulo é o mesmo trabalho com a regra e a fonte escritas dentro: o que usar, o que não inventar, o que marcar. Cada teste rodou os dois, três vezes cada, e as contagens comparam um com o outro.
Como foram testados
Com o Claude Sonnet 4.6, entre 9 e 12 de outubro de 2026, numa configuração neutra: cada conversa começou do zero, sem memória, sem configurações, sem ferramentas e sem pesquisa na internet, e a única instrução de fundo foi uma frase: "Você é um assistente prestativo." Na IA gratuita do seu celular, a resposta pode sair diferente: por isso o Faça agora termina numa contagem, e não numa resposta pronta.
A conversa nova
Cada exercício pede conversa nova, aberta do zero. O que veio antes na mesma conversa muda a resposta, e a regra de uma mensagem não passa sozinha para a seguinte. Se a memória da sua conta estiver ligada, a conversa nova pode não começar do zero: o kit do volume 1 mostra onde ver isso e como desligar.
A regra escrita no pedido acertou o que a IA não sabia
A regra da LDB sobre faltas, que é de 2019, saiu em 0 de 6 respostas sem o texto, e em 3 de 3 com ele (capítulo 10). O professor temporário no piso pela Lei 15.437/2026 não foi citado em nenhuma das 3 respostas sem o texto, e saiu certo em 3 de 3 com o § 2º colado (capítulo 12). A pena da montagem saiu a de antes da Lei 15.487/2026 nas 3 respostas sem o texto, e a de hoje nas 3 com ele (capítulo 11).
Pedir "cite a lei e o artigo" não corrigiu nada
Nas perguntas de lei dos capítulos 10 e 12, somadas, deu o mesmo acerto do pedido de primeira e trouxe mais citação errada: 5, contra 2.
Colar a lei sem a regra em palavra comum pode piorar
Com os artigos da montagem colados sozinhos, a IA disse ao professor que ele podia ficar com a imagem em 2 de 3 respostas; com a regra do livro escrita antes dos artigos, em nenhuma das 3. Por isso o pedido traz a regra, e depois a fonte.
A regra vale para a mensagem em que está escrita
No seguimento sem ela, a IA voltou a acrescentar fatos sem marca à explicação do conteúdo em 3 de 3 (capítulo 4) e esqueceu a ressalva da hora-aula em 2 de 3 (capítulo 12). Os pedidos do kit repetem a regra no seguimento, ou viram dois pedidos, cada um com a sua; os seguimentos testados sem a regra repetida dizem isso ao lado. Repetir ajuda, e não garante: com a frase repetida, a ressalva da hora-aula ficou em 2 de 3, e o resumo da ata ainda trocou uma decisão por fato em 2 de 3.
Duas perguntas
Toda resposta sobre regra passa ainda por duas perguntas: "Isso vale para que ano?" e "Isso vale para a minha rede?"
Antes de começar
A ficha de 30 segundos
O laudo, não; a barreira, sim. O laudo, o diagnóstico e o remédio são dado de saúde, "dado pessoal sensível" pela LGPD (art. 5º, II). O bilhete que expõe, com o gabarito, é o primeiro treino de Faça agora; a ficha para imprimir está em Modelos.
Antes de colar, tire
- O nome do aluno, o do colega e o da família, e o telefone.
- A foto e o vídeo, mesmo com o aluno ao fundo.
- A voz do aluno gravada na aula, e o áudio que a família manda.
- O laudo, o código da doença que vem nele (o CID) e o remédio.
- A nota com o nome.
- A ocorrência com o nome.
- A fala da criança sobre a casa, a família ou alguma violência.
No lugar, vai a barreira, o aluno por número e o fato sem quem. Quando o texto precisa do nome, como no bilhete à família, escreva [nome] e ponha o nome à mão depois.
Antes de começar
Conta pessoal ou conta da escola
O livro usa dois nomes, sempre os mesmos. A idade e o treino de cada IA estão em "As IAs e as configurações", mais abaixo.
IA aberta
A IA de conversa que você usa com uma conta sua, gratuita ou paga, no celular ou no computador. É nela que os testes foram feitos, e é nela que se fazem os exercícios. Na conta pessoal entra só o que passou pela ficha.
IA da rede, ou da escola
A plataforma ou a conta que a secretaria ou a escola contratou. Segue o contrato da rede e não foi testada no livro. Dado de aluno só entra numa conta da escola, que tem contrato com a rede ou com a escola, e mesmo nela vai o mínimo.
A prova que ainda vai ser aplicada
Vai para a IA aberta só com o uso para treino desligado nas configurações da conta; a que a rede manda em sigilo (avaliação externa, simulado da rede) não vai nunca. A razão é o treino: a prova não é dado de aluno, e a lei de dados não trata dela.
O mínimo necessário, no melhor interesse
Dado de criança e de adolescente se trata "em seu melhor interesse" (LGPD, art. 14), e todo dado vai no "mínimo necessário para a realização de suas finalidades" (art. 6º, III). Circula na escola que a LGPD exige sempre o consentimento da família, e isso não é bem assim: a ANPD fixou em 2023 que o dado de criança pode ser tratado com outros fundamentos da lei, "desde que observado e prevalecente o seu melhor interesse" (Enunciado CD/ANPD 1/2023).
As dez coisas que nunca se colam
O que não vai para a IA aberta, e o que vai no lugar
O dado do aluno não é seu, e não é da IA. Dado de aluno só entra numa conta da escola, e mesmo nela vai o mínimo; na sua conta pessoal, não. Por isso a regra do livro é curta: vai a tarefa, não o aluno. O cartaz para imprimir está em Modelos.
1. O nome e o contato do aluno e da família
Identificam a criança, e nenhuma tarefa do livro ficou melhor com eles. O telefone, o endereço e o nome do responsável identificam do mesmo jeito, e o lugar deles é a ficha da secretaria. No lugar: o aluno por número ou por letra, como nos capítulos 3, 6 e 9; na educação infantil e no parecer, "a criança"; no comunicado do capítulo 10, nem o número: o que aconteceu e o que foi feito, sem quem.
2. A foto, o vídeo e o áudio com aluno
O rosto e a voz identificam tanto quanto o nome; a foto da folha leva junto o nome do cabeçalho. A foto do portfólio é registro da escola e não vai para a IA aberta. O vídeo de briga não se repassa: exibir imagem de criança ou adolescente envolvido em ato infracional "de forma a permitir sua identificação" é infração (ECA, art. 247, § 1º). No lugar: a redação digitada, a sua descrição do que a foto mostra; para ditar, a sua anotação, nunca a voz da criança.
3. O laudo, o CID, o remédio e o diagnóstico
São dado de saúde, "dado pessoal sensível" pela LGPD (art. 5º, II), e não é o laudo que diz como adaptar a atividade. No teste do capítulo 2, com "aluno autista de 12 anos" no pedido, a IA pediu laudo, nível de suporte ou diagnóstico nas 3 respostas; com a barreira no lugar, nenhuma pediu. O AEE não depende de laudo (Decreto 12.686/2025, art. 11, § 7º). No lugar: a barreira, não o diagnóstico.
4. O PEI e o estudo de caso com dado do aluno
O PEI junta tudo o que identifica o aluno: o nome, a data de nascimento, o diagnóstico, as metas. Ele não é proibido na IA; o dado é que não vai. No capítulo 2, a IA montou o roteiro a partir do caso descrito pela barreira, e, com "Não acrescente nenhuma característica do aluno que eu não escrevi", nenhuma das 3 respostas acrescentou. No lugar: o caso sem identificação; o nome, as metas decididas e o prazo vão no documento da rede, pela equipe com a família.
5. A lista de chamada, as notas e as faltas com nome
A nota ao lado do nome é dado de um aluno identificado, e a lista é dado da turma inteira. O lugar delas é o sistema da rede e o livro de atas da escola. No lugar: o erro descrito, com o aluno por letra, como na recuperação do capítulo 3; a nota fica com você e no diário.
6. A redação, a prova e o trabalho com nome e turma
O cabeçalho identifica o aluno, e o que vai junto com o texto muda o que a IA diz. No capítulo 6, com "Ele é um aluno com dificuldade" no pedido, o elogio sem conteúdo dobrou, e o erro central virou "detalhe" em 2 de 3. Tirar o nome, a série, a escola e o rótulo reduz o que a IA usa para julgar; não garante comentário justo. No lugar: a redação digitada, sem cabeçalho; as respostas pelo número. E o texto do aluno não vai a detector nenhum por conta sua.
7. A ocorrência, a ata e o conselho com nome
O que se diz de um aluno na reunião vira registro dele, com a assinatura de quem lavrou a ata. No teste do capítulo 9, a IA manteve os seis nomes em 3 de 3 atas e trocou "parece triste" por "sinais de sofrimento emocional" em 2 de 3. No lugar: o pedido do capítulo 9, com um número diferente para cada aluno na ata inteira e nenhuma tabela de nomes. A correspondência entre número e nome fica com você, nunca na conversa.
8. O relato da criança sobre violência
É o dado mais sensível que existe sobre uma criança, e a IA não é canal de denúncia. Suspeita basta para comunicar maus-tratos (ECA, art. 13); "imediatamente" (Lei 13.431); omissão é crime (Lei 14.344, art. 26); acolher, informar, encaminhar e comunicar, sem investigar (Decreto 9.603, art. 11). Leve à direção no mesmo dia; se a escola não comunicar ao Conselho Tutelar no mesmo dia, comunique você. No lugar: o registro em branco, em Modelos, preenchido à mão.
9. A mensagem e o print do grupo da família
O print traz o nome, o número e a foto de quem escreveu, e muitas vezes o nome de outra criança. Para escrever a resposta ao "quem foi?", a IA não precisa do nome, da idade, da aparência nem do histórico de ninguém. No lugar: a situação nas suas palavras, sem nome, telefone nem foto de perfil. O caso de cada família vira conversa individual.
10. A senha e o que está no sistema da rede
Quem tem a sua senha entra no sistema como você, e o diário com nome, frequência e nota é da rede, que responde por ele. Nenhum pedido do livro precisou de login, de senha ou do número da matrícula. Não há artigo de lei para isso: é regra de prudência. Quem pede a senha é golpe. No lugar: a dúvida sobre o sistema vai à coordenação ou ao suporte da rede; a dúvida sobre a regra vai à IA, sem senha nenhuma.
O que pode ir
Quase tudo o que o livro mostrou foi feito sem nenhuma das dez
Pode ir para a IA aberta
- O código e o texto da habilidade, copiados do PDF da BNCC.
- A barreira, a potencialidade e o apoio que já funciona, sem nome nem diagnóstico.
- As questões que você escreveu e os erros da turma, com os alunos por letra.
- A prova que ainda vai ser aplicada, só com o uso para treino desligado; a que a rede manda em sigilo, nunca.
- Os slides da aula e o trecho do livro didático que vai neles.
- A redação digitada, sem cabeçalho, com as competências da cartilha do Inep.
- O seu gabarito e as respostas, pelo número.
- O texto do aluno, sem nome, turma nem cabeçalho, para montar a conversa sobre como ele escreveu.
- As anotações da criança, sem nome, foto nem data de nascimento.
- As anotações do conselho, com os alunos por número.
- O que aconteceu na fila do lanche, sem quem.
- A lei do celular e o trecho do regimento, para o rascunho do combinado da turma.
- Os textos da lei, copiados do site do Planalto.
- As horas do seu contrato e a duração da sua aula.
Anexar é colar tudo. Uma foto da folha, um PDF ou um print levam para a conversa o documento inteiro, com o que você não viu: o nome no cabeçalho, a turma, a assinatura. Anexe só o que você colaria linha por linha. Troque os dados antes de colar: se você pede para a IA esquecer um nome, ele já foi.
Se já colou
Sem alarme, em cinco passos
01
Apague a conversa
E também as antigas em que colou dado de aluno. Apagar não desfaz o envio; diminui o que fica na sua conta. Se a memória da conta estiver ligada, o que você colou pode ter ficado nela também: o kit do volume 1 mostra onde ver isso e como desligar.
02
Confira a opção de treino
Veja nos termos da IA se as conversas da sua conta servem para treino, e desligue se der. O que cada IA dizia está mais abaixo, em "As IAs e as configurações".
03
Se foi a sua senha, troque agora
No sistema da rede, digitando o endereço.
04
Se foi dado de aluno, conte à coordenação no mesmo dia
Por escrito. Não é lei, é prudência: contar não é confessar culpa, é dar à escola, que cuida do dado do aluno, a chance de decidir o que fazer.
05
Da próxima vez, troque antes
O número no lugar do nome, a barreira no lugar do laudo, o que aconteceu no lugar de quem.
As IAs e as configurações
Qual IA usar, e de quem é a conta
Se você nunca abriu uma IA: instale o aplicativo de uma delas ou entre no site pelo navegador do celular, toque em nova conversa, escreva o pedido e leia a resposta inteira antes de usar qualquer pedaço.
Qual IA usar
Para os exercícios do livro, uma IA aberta, gratuita. Algumas das mais usadas, em ordem alfabética pela empresa; a ordem não é um ranking. No celular, instale só pela loja oficial do telefone e confira o nome de quem publica o aplicativo. Os testes do livro usaram o Claude Sonnet 4.6, num programa feito para programadores; em outra IA, a resposta muda, e a conferência é a mesma. O volume 1, IA no dia a dia, é boa companhia, não pré-requisito.
Claude, da Anthropic · Gemini, do Google · Copilot, da Microsoft · ChatGPT, da OpenAI
IA aberta
A IA de conversa que você usa com uma conta sua, gratuita ou paga, no celular ou no computador. É nela que os testes foram feitos, e é nela que se fazem os exercícios. Entra só o que passou pela ficha de 30 segundos.
IA da rede, ou da escola
A plataforma ou a conta que a secretaria ou a escola contratou: a correção de redação da rede, a tarefa da plataforma, a conta de educação. Segue o contrato da rede e não foi testada no livro; os capítulos 4, 5, 6 e 9 têm o quadro "Se a IA é da rede". Quem responde pelo dado é a rede, e o que essa IA escreve no registro, na ata ou na correção é rascunho até você conferir: quem confere e quem assina é você.
Na educação infantil
Quem usa a IA é o professor; a criança, não. Na EJA, com aluno adulto, pergunte à coordenação como o regimento trata o celular e a IA.
A memória da conta
Se a memória da sua conta estiver ligada, a conversa nova pode não começar do zero: o kit do volume 1 mostra onde ver isso e como desligar. A pesquisa deste livro não leu a memória, as instruções nem os projetos de cada IA.
As IAs e as configurações
A idade mínima e o treino com as suas conversas
A idade mínima é de quem cria a conta, e está nos termos de uso de cada IA. Do 6º ano ao médio, confira nesta tabela a idade e a permissão da família que cada uma pede antes de propor que o aluno use a IA com a conta dele. Os termos mudam várias vezes por ano, e nenhum foi reaberto depois de 9 de outubro de 2026: tudo aqui está a reconferir.
Claude, da Anthropic
Idade: 18 anos ("You must be at least 18 years old [...]"), nos termos da conta pessoal em vigor desde 8 de outubro de 2025, lidos em 9 de outubro de 2026. Treino: nos mesmos termos, o que você cola pode ser usado para treinar o modelo, a não ser que você desligue isso nas configurações da conta; mesmo desligado, entra no treino a conversa que você avaliar e a que cair numa revisão de segurança. A reconferir: os termos não foram reabertos depois de 9 de outubro.
Gemini, do Google
Idade: abaixo de 13 anos, ou da idade do país, só com conta supervisionada pela família, no Family Link; o menor de idade precisa de permissão dos pais para ter conta Google (termos de 30 de julho de 2026 e página de ajuda, lidos em 9 de outubro de 2026). Nas contas Google for Education, o app é liberado para todas as idades, sem uso para treino fora do domínio sem permissão. Treino na conta pessoal, na leitura do volume 6: o Google usa as conversas para melhorar a IA, com revisores humanos, se a atividade estiver ligada; a conversa temporária não treina. A reconferir.
Gemini para crianças, Family Link · Termos do Google · Privacidade do Gemini
Copilot, da Microsoft
Idade: 13 anos ou mais, conforme o país; abaixo de 18, alguns recursos podem ser desligados ou limitados (termos de 18 de agosto de 2026, lidos em 9 de outubro de 2026). Treino: para o volume 1, em 24 de setembro de 2026, a Microsoft dizia que, na versão nova do aplicativo, as conversas não treinam os modelos de base. A reconferir.
ChatGPT, da OpenAI
Idade: 13 anos, e o menor de 18 precisa de permissão dos pais (termos de 1º de janeiro de 2026). O site não abriu em 9 de outubro de 2026, e os termos foram lidos numa cópia do Internet Archive, o arquivo público de páginas da internet, de 4 de outubro. Treino: nos serviços para pessoas, a OpenAI dizia que pode usar o conteúdo para treinar os modelos, e só os planos de empresa ficam fora por padrão (páginas lidas em cópias do Internet Archive para o volume 6). A reconferir.
Meta AI
Idade: 13 anos, pelos Termos de Serviço das IAs da Meta no Brasil, lidos numa cópia de 4 de outubro de 2026; o site não abriu em 9 de outubro. Treino: "As IAs podem reter e utilizar essas informações"; os termos pedem que você não compartilhe o que não quer que as IAs usem. Ela vem dentro do WhatsApp: mensagem do grupo da família não vai para ela. A reconferir.
Algumas páginas estão em inglês; no aplicativo em português, os nomes aparecem traduzidos. Antes de mudar uma configuração, confira de novo na página de ajuda: os nomes e os caminhos mudam de um mês para outro.
As tabelas que mudam
O quadro do CNE
Conferido no Diário Oficial da União em 18 de outubro de 2026: o Parecer CNE/CP 15/2026 continua sem homologação, só com a súmula de 06/10/2026.
Onde está
O Parecer CNE/CP 15/2026, do Conselho Nacional de Educação, traz as diretrizes para o uso de IA na educação. Foi aprovado em 01/09/2026, e a súmula saiu no Diário Oficial da União de 06/10/2026: os pareceres do CNE "somente produzirão efeitos após a publicação do respectivo ato homologatório".
Conferido em 18/10/2026
No Diário Oficial, ainda sem homologação do Ministério da Educação: só a súmula de 06/10/2026. Até a homologação, não é regra; a regra é a lei em vigor e o regimento da escola.
A manchete errada
No dia da súmula, uma manchete do g1, reproduzida em nota da Confenen, disse que o "CNE proíbe uso de IA para corrigir redações e provas dissertativas [...]", e não é isso o que diz o texto aprovado.
A correção, na minuta
A minuta de resolução anexa, que ainda pode mudar, admite a pré-correção "exclusivamente como instrumento preparatório e auxiliar da correção realizada pelo professor" (art. 40, § 1º, X) e veda "a homologação tácita, a validação em bloco e a mera ratificação do resultado sugerido pelo sistema" (art. 40, § 4º, II).
O detector, na minuta
A mesma minuta põe entre os usos vedados "a aplicação de sanção acadêmica ou disciplinar fundada exclusivamente em resultado de ferramenta automatizada de detecção de conteúdo gerado por IA" (art. 41, X). Até a homologação, a sanção é do regimento da escola.
Quando sair a homologação
Este quadro traz o que mudou, com a data. Para conferir você mesmo: no Diário Oficial (in.gov.br), busque "Parecer CNE/CP nº 15/2026" e "Resolução CNE/CP" com "Inteligência Artificial".
As tabelas que mudam
A política de educação especial e os projetos que querem mudá-la
Para o capítulo 2. Os decretos, lidos em 9 de outubro de 2026; a situação dos projetos no Congresso, consultada em 12 de outubro de 2026. Se a rede ainda pede laudo, leve o art. 11, § 7º, impresso à coordenação e pergunte qual norma da rede pede o laudo.
Decreto 12.686/2025
Institui a política de educação especial inclusiva. "A garantia da oferta do AEE ao estudante não será condicionada à exigência de diagnóstico, laudo, relatório ou qualquer outro documento emitido por profissional de saúde" (art. 11, § 7º). O estudo de caso é a "etapa inicial" (art. 11), com a família do começo ao fim (art. 11, § 3º); o PEI é obrigatório, "de natureza pedagógica", e deriva dele (art. 12). Lido em 9/10/2026.
O profissional de apoio
A oferta "independerá de resultado de diagnóstico, laudo [...]" (Decreto 12.686, art. 14, § 2º) e, desde dezembro de 2025, na redação do Decreto 12.773/2025, "será avaliada pelo estudo de caso". Lido em 9/10/2026.
O decreto antigo
O Decreto 7.611/2011, que muita resposta antiga ainda cita, foi revogado pelo Decreto 12.686 (art. 23).
Na escola particular
A LBI manda aplicar "obrigatoriamente" quase todo o art. 28, inclusive o "pleno acesso ao currículo" (inciso III) e o estudo de caso (inciso VII), e é "vedada a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza" pela inclusão (art. 28, § 1º).
PDL 845/2025, do Senado
Projeto de decreto legislativo para derrubar o Decreto 12.686: retirado pelo autor em 29/09/2026. A reconferir no site do Senado antes de citar.
PDL 912/2025, da Câmara
"Aguardando Apensação", esperando ser juntado a outro projeto, desde 28/10/2025, na consulta de 12/10/2026 aos dados abertos da Câmara. A reconferir no site da Câmara antes de citar.
As tabelas que mudam
A cartilha da redação do Enem do ano
Para o capítulo 5. A cartilha de 2026, lida em 9 de outubro de 2026.
A cartilha do ano
"A redação do Enem 2026: cartilha do(a) participante", do Inep, publicada em 18/09/2026 e lida em 9/10/2026. As cinco competências, os níveis de 0 a 200 e a correção por duas pessoas estão nela. O bloco das competências, como testado, está em Modelos.
A discrepância
Cada redação é lida por duas pessoas, e chama um terceiro avaliador a diferença de mais de 100 pontos no total, ou de mais de 80 numa competência. No PDF, use "Localizar" e busque "discrepância".
Na escola
As competências valem para o Enem; na escola, valem quando a sua rubrica as adota. Fora do Enem (o conto, a crônica, a carta, o relato, o artigo de opinião), a régua é a rubrica da escola, e quem decide o peso é o regimento ou o projeto pedagógico.
O aluno pode contestar
O ECA dá ao aluno o "direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores" (art. 53, III), até os 18 anos (art. 2º). Na EJA, o aluno adulto contesta pelo caminho do regimento.
Isso vale para que ano?
Os descritores e a amostra de redações mudam de edição para edição: copie os do ano. Quando sair a cartilha de 2027, esta linha muda, com a data.
As tabelas que mudam
O piso do ano e a conta do terço
Para o capítulo 12. Conferido em 9 de outubro de 2026, na lei, no Diário Oficial e no parecer do CNE. O valor do ano sai em portaria do MEC, em janeiro: isso vale para que ano?
O piso de 2026
R$ 5.130,63 por mês, para 40 horas semanais, para quem tem a formação de nível médio na modalidade normal, o magistério (Lei 11.738/2008, art. 2º, na redação da Lei 15.437/2026; Portaria MEC 82/2026, Diário Oficial de 30/01/2026, com efeitos desde 1º de janeiro). É o vencimento inicial da carreira (§ 1º): compare com o vencimento, a linha de base do contracheque, e não com o total, que soma as gratificações.
Jornada menor
"No mínimo, proporcional" (§ 3º): com 20 horas, R$ 2.565,32; com 24 horas, R$ 3.078,38.
Para quem
Quem dá aula e quem faz o suporte pedagógico no magistério público, "incluídos os professores da educação infantil" (Lei 15.326/2026, desde janeiro) e "os profissionais contratados por tempo determinado" (Lei 15.437/2026, desde junho), "considerada, em todos os casos, a formação mínima" da LDB (§ 2º). A Lei 15.326 manda cada rede regulamentar a mudança (art. 4º): pergunte à secretaria se o ato da sua já saiu.
O terço
"Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos" (§ 4º). O STF manteve o terço em 2020, no Tema 958: "É constitucional a norma geral federal que reserva fração mínima de um terço da carga horária dos professores da educação básica para dedicação às atividades extraclasse".
A hora de 60 minutos
O Parecer CNE/CEB 4/2019, homologado em 2020: "Horas de 60 minutos em todas as colunas desta tabela". Em 40 horas, até 26h40 com os alunos, ou 1.600 minutos; com 24 horas, até 960 minutos. Se o contrato está em hora-aula, a conversão é do estatuto da rede. A conta em três linhas está em Modelos.
Na escola particular
O piso e o terço são do "magistério público" e não valem na escola particular. Lá, valem a CLT e a convenção coletiva: veja "Como ler a sua convenção", logo abaixo.
A conversão da hora-aula, a carreira e as gratificações são do estatuto da sua rede; se você é temporário, da lei de contratação temporária da rede e do seu contrato. O fim do contrato temporário fica fora do livro e do kit.
As tabelas que mudam
Como ler a sua convenção, na escola particular
Na particular, a rede é a convenção da sua cidade. Não é preciso ler a convenção toda: procure as palavras que mexem no seu mês.
Onde está a sua regra
Na particular, o piso, o tempo para planejar e a hora-aula estão na convenção coletiva do sindicato de professores da sua cidade, e não na lei. Peça a convenção ao sindicato e veja primeiro a vigência: a do ano passado pode estar vencida.
O piso e a hora-aula
A CLT não fixa piso, nem terço para planejar, nem a duração da hora-aula: procure as três palavras na convenção. Se a convenção não disser, a dúvida vai ao sindicato.
O descanso de quem ganha por hora-aula
A Súmula 351 do TST, que orienta os juízes do trabalho: "O professor que recebe salário mensal à base de hora-aula tem direito ao acréscimo de 1/6 a título de repouso semanal remunerado, considerando-se para esse fim o mês de quatro semanas e meia". Confira no contracheque se o descanso semanal está pago.
As janelas
As janelas pagas como aula valem só onde a convenção da sua cidade adotar o Precedente Normativo 31 do TST. Procure "janela" na convenção.
O limite de aulas por dia
O limite antigo, de quatro aulas seguidas ou seis intercaladas por dia, caiu em 2017 (CLT, art. 318). Se houver limite, é o da convenção.
As tabelas que mudam
Os golpes com o seu nome
Os do capítulo 12, cada um com a data da fonte; as fontes foram lidas em 9 de outubro de 2026. Os golpes do ofício chegam com dado certo e nome conhecido.
O precatório e o falso advogado
Em 2023, o Sinpro-DF alertou para falsos advogados do sindicato que ofereciam liberar precatórios de mais de R$ 107,9 mil com um pagamento adiantado de R$ 2.995; o contato trazia nome completo e CPF (Canaltech, 26/04/2023). Em Alagoas, o Sinteal avisou que o pagamento do Fundef "será feito de forma administrativa, não havendo nenhum sentido contratar advogados" (TNH1, 09/09/2024). Nenhum direito se libera com depósito.
O curso "reconhecido pelo MEC"
Curso livre não depende de autorização do MEC e dá certificado, não diploma. Anunciá-lo como "autorizado" ou "reconhecido" pelo ministério "configura propaganda enganosa" (MEC, 04/09/2026). Antes de pagar um curso para a progressão, pergunte à secretaria se ele conta no plano de carreira ou, se você é temporário, na pontuação do processo seletivo.
O e-mail "da Seduc"
"A SEDUC não solicita informação pessoal por e-mail e NUNCA solicita senha alguma" (Secretaria de Educação de Goiás, 05/11/2019). Vale para qualquer secretaria: senha não se manda, e o link se confere no domínio.
O imposto falso do piso
Em janeiro de 2026, posts diziam que quem recebe o piso pagaria 27% de Imposto de Renda. É falso: a alíquota efetiva máxima sobre o piso de 2026 é de 0,91% (Aos Fatos, 27/01/2026).
A regra
Nenhum desses se resolve perguntando à IA: confira pelo canal que você já conhece, o site e o telefone oficiais do sindicato e da secretaria. A vaga falsa com taxa está no volume 4; o método geral contra golpe, no volume 1.
Onde ler cada regra
O endereço de cada lei e de cada documento citado no livro
Lidos em 9 de outubro de 2026; a súmula do CNE, de novo em 18 de outubro. Página que mudar de endereço se acha pelo nome da norma no site do órgão. Para achar um artigo, use "Localizar na página", no menu do navegador; o texto riscado não vale mais.
Lei de Diretrizes e Bases (LDB)
Lida em 9/10.
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
Lida em 9/10.
LGPD
Lei Brasileira de Inclusão (LBI)
Constituição
CLT
Lida em 9/10.
Decreto 12.686/2025, educação especial
Decreto 12.773/2025
Lei 14.254/2021, dislexia e TDAH
Lei 13.431/2017, escuta e comunicação
Lei 14.344/2022, crime de não comunicar
Decreto 9.603/2018, o que o professor faz
Lei 15.231/2025, notificação ao Conselho Tutelar
Lei 15.100/2025, a lei do celular
Decreto 12.385/2025
Lei 15.487/2026, a montagem
Lei 11.738/2008, o piso e o terço
Lei 15.326/2026, a educação infantil
Lei 15.437/2026, o temporário e o piso
Portaria MEC 82/2026, o piso do ano
Parecer CNE/CEB 4/2019, a hora de 60 minutos
Lida em 9/10.
Resolução CNE/CEB 5/2009, diretrizes da educação infantil
Lida em 9/10.
A redação do Enem 2026, cartilha do Inep
Parecer CNE/CP 15/2026, IA na educação
Lida em 9/10.
Súmula do Parecer CNE/CP 15/2026
Lida em 9/10 e 18/10.
Súmulas e precedentes do TST
Lida em 9/10.
Para a coordenação
Doze encontros, um por capítulo
Cada encontro cabe numa reunião de 40 a 50 minutos: a pergunta do capítulo, o Faça agora no celular de cada um, as contagens lado a lado e o que é da escola. O material é sempre o do kit, ou outro inventado na hora; nenhum encontro usa prova, redação, anotação, ata ou foto de aluno de verdade.
1. O plano pela BNCC (capítulo 1)
Perguntas: quantos códigos da resposta de primeira existiam, e quantos tinham a primeira linha certa? Nas três versões, o objetivo ficou o mesmo? Qual documento curricular a rede segue, e onde está o PDF? Levar impresso: o teste de um minuto da BNCC e os três pedidos do capítulo, em Modelos.
2. A atividade adaptada e o PEI (capítulo 2)
Perguntas: o que veio de primeira e o que veio com o pedido, nas quatro contagens? Alguma norma da rede ainda pede laudo para abrir o AEE ou o apoio, e qual? Quem escreve a barreira, a potencialidade e o apoio de cada aluno, e quando isso chega à professora do AEE? Levar impresso: o Decreto 12.686, art. 11, § 7º, e a ficha "barreira, não diagnóstico".
3. A prova e a recuperação (capítulo 3)
Perguntas: quantos gabaritos novos estavam certos, refeitos à mão? Se veio um exemplo do jeito errado, a conta dele dava o erro do aluno? O que o regimento diz da recuperação: quando acontece, quantas vezes no ano e como entra na nota? Levar impresso: as seis questões resolvidas e o trecho do regimento sobre a recuperação.
4. A aula pronta (capítulo 4)
Perguntas: quantos acréscimos vieram sem a marca [fora do texto]? Quantos itens marcados estavam errados? O que o sistema da rede pede quando o professor muda a aula pronta, e onde se registra a justificativa? Levar impresso: os seis slides e a lista dos 18 fatos.
5. A redação (capítulo 5)
Perguntas: quanto a nota de primeira ficou da correção do autor, competência por competência? Os desvios de gramática ficaram na Competência I, e a contradição na III? Qual é a rubrica da escola para os gêneros que não são do Enem, e o que o regimento diz da revisão de nota? Levar impresso: as competências da cartilha do ano e a correção do autor.
6. A lição de casa (capítulo 6)
Perguntas: quantas das dez classificações bateram com as do professor, sem e com o gabarito? O nosso gabarito cobre o caso do meio? Como o aluno contesta uma nota na escola: a quem pede, em que prazo, onde está no regimento? Levar impresso: o gabarito com a linha do mínimo e a classificação do professor.
7. O detector (capítulo 7)
Perguntas: quantos traços apontados como de IA o Inep tinha elogiado? Qual dos três desenhos de tarefa cabe na semana de cada turma? O que o regimento diz do relatório de uma ferramenta, e ele diz que nenhuma sanção se apoia só nele? Levar impresso: o comentário do Inep, os três desenhos de tarefa e o ECA, art. 53, III.
8. O parecer (capítulo 8)
Perguntas: quantas frases mediam a criança pela idade, de primeira e com o pedido? O modelo de parecer da rede tem uma linha como "desenvolvimento esperado para a idade"? Qual é o caminho do encaminhamento à saúde, e onde ficam guardadas as fotos do portfólio? Levar impresso: as doze anotações e o art. 10 das diretrizes da educação infantil.
9. A ata do conselho (capítulo 9)
Perguntas: quantos nomes ficaram, e o "parece triste" ficou igual? No resumo, a decisão continuou decisão? O que o regimento diz da ata do conselho: quem lavra, quem assina, onde fica e quem pode ler? Levar impresso: as anotações do conselho e a ata que o pedido devolveu.
10. O comunicado e o aviso (capítulo 10)
Perguntas: algum detalhe do comunicado deixaria um pai adivinhar quem é? Sem o texto da lei, que número de faltas veio? Qual é o caminho escrito da comunicação ao Conselho Tutelar, e o que o professor faz se a escola não comunicar no mesmo dia? Levar impresso: o registro de revelação em branco e o telefone do Conselho Tutelar da região.
11. A IA com a turma (capítulo 11)
Perguntas: quantas regras do combinado vieram sem fonte? Diante da montagem, quantos dos sete itens a resposta acertou? O que o regimento diz do celular e da IA, quem na escola comunica ao Conselho Tutelar e o que o professor faz se a escola não comunicar no mesmo dia? Levar impresso: a Lei 15.100, o Decreto 12.385 e o trecho do regimento sobre o celular.
12. A hora-atividade e o piso (capítulo 12)
Perguntas: a jornada de cada um está em horas ou em horas-aula, e quem respondeu por escrito? Quantos dos três itens da conta vieram certos, e a ressalva do contrato apareceu? Alguém recebeu mensagem de precatório, curso ou senha, e por que canal conferiu? Levar impresso: a conta em três linhas e os golpes do ano.
Para um bimestre, a ordem de "Para a coordenação": o bilhete e as Dez coisas; o capítulo 2; o 1; o 5 ou o 6; o 7; o 8 ou o 9; o 10; o 11. Os capítulos 3, 4 e 12 ficam para o bimestre seguinte.
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Os treinos do livro, com o material pronto
Cada treino usa material inventado, cabe em quinze minutos e termina numa contagem. Anote a sua: ela fica guardada só neste navegador. Os treinos dos capítulos 2 e 3 pedem uns 20 minutos. A redação do capítulo 7 não é inventada: é a da cartilha do Inep, publicada com a fonte e sem o nome de quem a escreveu.
Antes de começar
O bilhete que expõe
Copie o bilhete fictício para o bloco de notas do celular. Com a ficha de 30 segundos ao lado, ache os sete dados que a IA não precisa ver e anote cada um num papel. Troque o nome do aluno por [aluno], o da mãe por [família] e o do colega por [colega]; apague o resto: o telefone, a escola e a turma, a data de nascimento, a fala da criança, o laudo e o remédio. Abra uma conversa nova numa IA gratuita, escreva "Reescreva este bilhete para a família, curto e calmo, com um convite para conversar." e, embaixo, cole o bilhete sem os dados. Leia a versão nova ao lado da sua e confira se ela acrescentou, tirou ou suavizou algum fato.
Sra. Jurema Rangel Prado, O Ítalo Rangel Prado, do 3º ano B da Escola Municipal Odete Furtado, nascido em 14/03/2018, brigou de novo com o colega Breno Saldanha no recreio de hoje. Depois chorou muito e me disse: "lá em casa ninguém me escuta desde que meu pai foi embora". Sei que ele tem laudo de TDAH (CID F90.0) e toma remédio de manhã; hoje parecia que não tinha tomado. Liguei para a senhora no (00) 90000-0000 e não consegui falar. Podemos conversar na quinta, às 13h? Professora Leda
O gabarito: o nome completo do aluno; o nome da mãe e o telefone dela; a escola e a turma; a data de nascimento; o nome do colega; a fala da criança sobre a casa; o laudo de TDAH, com o CID, e o remédio. No teste, com o bilhete limpo, as 3 respostas tiraram o "de novo", e o "chorou muito" virou "abalado" nas 3. Ninguém no bilhete existe; nunca faça este exercício com bilhete de aluno real.
Capítulo 1
Pré-escola: o código e a primeira linha
Abra uma conversa nova, copie o pedido de primeira, cole e envie. Para cada código da resposta, procure nas listas de códigos em Modelos, ou use "Localizar" no PDF da BNCC, e anote se ele existe e se a primeira linha bate. Abra outra conversa nova, cole o pedido da pré-escola com o texto colado, em Modelos, e conte de novo.
Faça um plano de 5 atividades para a pré-escola, com crianças de 4 e 5 anos, sobre empatia, com os códigos da BNCC.
O código certo é EI03EO01 ("Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir"). No campo "O eu, o outro e o nós" das crianças pequenas, nada passa do EI03EO07. No teste, de primeira, 2 de 3 citaram objetivo que não existe (EI03EO08, EI03EO09); com o pedido do capítulo, nenhuma.
Capítulo 1
5º ano: o código e a primeira linha
Abra uma conversa nova, copie o pedido de primeira, cole e envie. Para cada código da resposta, procure nas listas de códigos em Modelos, ou use "Localizar" no PDF da BNCC, e anote se ele existe e se a primeira linha bate. Abra outra conversa nova, cole o pedido do 5º ano com o texto colado, em Modelos, e conte de novo.
Faça um plano de 5 aulas para a habilidade de multiplicação do 5º ano, com os códigos da BNCC.
O código certo é EF05MA08. No teste, de primeira, as 3 respostas deram a multiplicação com o código de outra habilidade (EF05MA07 ou EF05MA03); com o pedido do capítulo, as 3 ficaram na habilidade colada.
Capítulo 1
1º ano do médio: o código e a primeira linha
Abra uma conversa nova, copie o pedido de primeira, cole e envie. Para cada código da resposta, procure nas listas de códigos em Modelos, ou use "Localizar" no PDF da BNCC, e anote se ele existe e se a primeira linha bate. Abra outra conversa nova, cole o pedido do médio com o texto colado, em Modelos, e conte de novo.
Faça um plano de 5 aulas para o 1º ano do ensino médio sobre interpretar gráficos de funções e taxa de variação, com os códigos da BNCC.
O código certo é EM13MAT101. No teste, de primeira, as 3 respostas deram a algum código o texto de outra habilidade, como o EM13MAT401, que é de 1º grau, descrito como de 2º grau; com o pedido do capítulo, as 3 ficaram na habilidade colada.
Capítulo 2
A barreira, não o diagnóstico
São duas conversas, com duas respostas longas cada; reserve uns 20 minutos. Abra uma conversa nova, escreva "Adapte esta prova para um aluno autista de 12 anos." e, embaixo, cole a prova. Depois, escreva "Agora faça o PEI dele." Conte quatro coisas: código trocado ou sumido, resposta no enunciado, diminutivo ou carinha, pedido de laudo. Abra outra conversa nova, cole o pedido do passo 2 com o caso e a prova, em Modelos, e faça o mesmo seguimento. Conte as mesmas quatro coisas e mais uma: alguma característica do aluno que o caso não dizia.
Avaliação de Ciências — 6º ano — 2º bimestre Questão 1 (EF06CI01). Observe as misturas: água e sal; água e óleo; água e areia; ar filtrado. Classifique cada uma como homogênea ou heterogênea, justifique sua classificação com base no número de fases que você consegue ver e, para as heterogêneas, indique quantas fases cada uma apresenta. Questão 2 (EF06CI03). Uma família quer obter água limpa a partir da água barrenta de um rio. Considerando os processos de separação estudados (decantação, filtração, destilação e evaporação), descreva em ordem as etapas que ela deveria seguir, explique por que cada etapa é necessária e diga qual processo não seria útil nesse caso e por quê. Questão 3 (EF06CI05). Explique por que a célula é considerada a unidade estrutural e funcional dos seres vivos. Em sua resposta, cite as três partes básicas da célula, diga a função de cada uma e dê um exemplo de ser vivo formado por uma única célula. Questão 4 (EF06CI11). Desenhe um esquema das camadas da Terra, nomeie crosta, manto e núcleo, escreva uma característica de cada camada e, depois, responda: em qual camada vivemos e em qual se forma o magma? Questão 5 (EF06CI13). Leia o trecho: "Quando um navio se afasta do porto, primeiro some o casco e só depois o mastro." Explique por que esse fato é uma evidência de que a Terra é esférica e cite mais uma evidência que você estudou.
No teste, de primeira: código sumido em 1 de 3, resposta no enunciado em 3 de 3, diminutivo ou carinha em 3 de 3, laudo pedido em 3 de 3. Com o pedido do kit: código nas cinco questões em 3 de 3, e resposta no enunciado, laudo pedido e característica inventada em nenhuma. Nunca use prova com dado de aluno real.
Capítulo 3
Os gabaritos novos, refeitos à mão
São duas respostas longas; reserve uns 20 minutos. Abra uma conversa nova, cole o pedido do passo 1, em Modelos, e, embaixo, as seis questões. Compare cada resposta com o gabarito, em Modelos, e conte quantas das seis bateram. Na mesma conversa, cole o pedido do passo 3 com os três erros, em Modelos. Conte quantos exercícios da lista vieram com o gabarito e a conta. Escolha um exercício de cada bloco, comece pelo das torneiras, refaça à mão e conte quantos dos três gabaritos novos estão certos.
1. Uma camiseta custava R$ 80,00. O preço teve um aumento de 25% e, um mês depois, um desconto de 20% sobre o novo preço. Qual é o preço final? 2. Seis torneiras iguais, abertas juntas, enchem um tanque em 10 horas. Em quanto tempo quatro dessas torneiras enchem o mesmo tanque? 3. Ana gastou 1/3 do salário com o aluguel e 1/4 do que sobrou com o mercado. Ficaram R$ 1.200,00. Qual é o salário de Ana? 4. Quantos números inteiros de 1 a 100 são múltiplos de 3 ou de 5? 5. A média das cinco primeiras provas de um aluno é 6,0. Depois da sexta prova, a média passou a 6,5. Qual foi a nota da sexta prova? 6. Uma sala retangular mede 4 m por 3,2 m. Quantas peças de piso quadradas de 40 cm de lado são necessárias para cobrir o chão, sem perda?
No teste, com esse pedido: as seis questões certas nas 3 respostas; as 3 listas com o gabarito e a conta; os 37 gabaritos novos certos. Se quiser repetir com a sua disciplina, escreva cinco questões suas, com a resposta feita antes, e refaça três.
Capítulo 4
O que veio sem a marca
Copie o pedido com os seis slides, abra uma conversa nova numa IA gratuita, cole e envie. Com a lista dos 18 fatos, em Modelos, ao lado, conte quantos fatos, datas e nomes a resposta acrescentou sem a marca [fora do texto]. Na mesma conversa, envie o pedido de estudo, em Modelos. Escolha três itens marcados que tenham data, número ou lei e confira cada um na folha de conferência, em Modelos. Se sobrar tempo, abra outra conversa nova e mande só "Melhore estes slides para minha turma do 1º ano do ensino médio." com os slides, também em Modelos.
Melhore estes slides para minha turma do 1º ano do ensino médio. Use só o texto abaixo. Não acrescente fato, data ou nome; marque [fora do texto] tudo o que não estiver nele; transforme em pergunta o que for para a turma pensar. O plano é meu: o docente deve "elaborar e cumprir plano de trabalho" (LDB, art. 13, II). Slide 1 — Fusos horários: por que a hora muda no mapa Habilidade: EM13CHS106 Slide 2 — A Terra gira - A Terra dá uma volta completa em torno do próprio eixo (rotação) em cerca de 24 horas. - Uma volta completa tem 360 graus. - 360 graus divididos por 24 horas: cada fuso horário tem 15 graus de longitude. Slide 3 — O ponto de partida - O meridiano de Greenwich é a longitude 0°. - Ele passa pelo Observatório Real de Greenwich, em Londres. - A hora de referência mundial hoje se chama UTC (Tempo Universal Coordenado). - A leste de Greenwich, as horas são adiantadas; a oeste, atrasadas. Slide 4 — O Brasil - O Brasil tem quatro fusos horários oficiais. - O horário de Brasília é UTC−3 e vale para a maior parte da população. - Fernando de Noronha e outras ilhas oceânicas seguem UTC−2. - A maior parte do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima seguem UTC−4. - O Acre e o sudoeste do Amazonas seguem UTC−5. Slide 5 — A Linha Internacional de Data - Fica perto do meridiano de 180°. - Quem atravessa a linha para oeste avança um dia no calendário. - A linha não é reta: desvia para não dividir países e ilhas. Slide 6 — Horário de verão - O Brasil adotou horário de verão em vários anos, adiantando o relógio em uma hora. - O horário de verão foi extinto no Brasil em 2019, por decreto. - Os fusos horários do Brasil são definidos em lei federal.
No teste: nenhum acréscimo sem marca nas 3 respostas com o pedido; cada uma das 3 respostas de estudo trouxe pelo menos um item marcado com erro; de primeira, pelo menos 14 acréscimos sem marca em cada resposta, contando só o que vinha afirmado em frase.
Capítulo 5
A nota e a primeira leitura
Abra uma conversa nova numa IA gratuita, escreva "Corrija esta redação nos critérios do ENEM e dê a nota." e cole a redação embaixo. Anote a nota de cada competência e compare com a correção do autor, em Modelos (80, 120, 80, 120 e 80). Abra outra conversa nova e cole o pedido do capítulo, com as competências, em Modelos, e a mesma redação. Confira se os desvios de gramática estão todos na Competência I e se a contradição entre "principalmente dentro das casas" e "antes de chegar nas casas" está na III. Conte quantas vezes aparece um número de nível ou de nota.
Tema: Caminhos para combater o desperdício de alimentos no Brasil No Brasil, milhões de pessoas ainda passam fome, enquanto toneladas de comida vão para o lixo todos os dias. Segundo a FAO, órgão das Nações Unidas para a alimentação, cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado. No nosso país, o desperdício acontece principalmente dentro das casas, por causa dos hábitos das famílias. Por isso, é necessário discutir os caminhos para combater esse problema. Em primeiro lugar, muitas famílias compram mais do que precisam. Nas promoções dos supermercados, as pessoas levam produtos em grande quantidade e depois esquecem eles na geladeira, e eles estragam e vão pro lixo. Além disso a falta de planejamento das refeições faz com que sobra comida no prato e na panela, e essa comida também é jogada fora. Isso mostra que a educação alimentar ainda é fraca no Brasil. Além disso, a maior parte da comida se perde antes de chegar nas casas, no transporte e no armazenamento, porque as estradas são ruins e os caminhões não tem refrigeração. Porém os agricultores perdem a produção na colheita. A nível de Brasil, isso gera prejuízo pra todos, concerteza. Portanto, o desperdício de alimentos é um problema que envolve as famílias e também o transporte. Dessa forma, é preciso fazer campanhas de conscientização para que as pessoas parem de jogar comida fora.
No teste: nenhuma competência passou de 80 de diferença, e o total ficou de 80 a 120 abaixo, passando de 100 em 2 das 3. Com o pedido, as 3 acertaram a gramática na Competência I e a contradição na III, com zero número em 3. Nunca use redação de aluno seu neste exercício.
Capítulo 6
As dez classificações
Abra uma conversa nova, escreva "Corrija estas respostas." e cole a pergunta e as respostas, sem o gabarito. Conte quantas das dez classificações batem com as do professor, em Modelos. Abra outra conversa nova e cole o pedido do capítulo, com o gabarito com a linha do mínimo, a pergunta e as respostas. Conte de novo. Na mesma conversa, peça "Escreva um comentário para o aluno da resposta 4." e conte as frases de elogio sem conteúdo.
Pergunta (História, 8º ano): Por que a família real portuguesa veio para o Brasil em 1808? Responda em até cinco linhas, explicando o que foi o Bloqueio Continental. Resposta 1: Porque Napoleão fez o Bloqueio Continental, que proibia os países da Europa de fazer comércio com a Inglaterra. Portugal era aliado dos ingleses e não obedeceu, então Napoleão invadiu Portugal e a família real fugiu pro Brasil com ajuda da Inglaterra. Resposta 2: A família real veio porque queria explorar mais o ouro do Brasil e ficar mais perto das riquezas da colônia. Resposta 3: o bloqueio continental era quando napoleao proibiu comercio com a inglaterra. ai portugal nao aceitou e os franceses invadiram, a familia real veio pro brasil Resposta 4: O Bloqueio Continental foi uma lei da Inglaterra que proibia a França de vender produtos. Como Portugal ficou do lado dos ingleses, Napoleão invadiu Portugal e a corte teve que fugir para o Brasil em 1808, trazendo muita gente nos navios. Resposta 5: Por causa de Napoleão. Resposta 6: O Bloqueio Continental foi decretado por Napoleão em 1806 para enfraquecer a economia inglesa, proibindo que os países europeus comprassem e vendessem para a Inglaterra. Resposta 7: A vinda da família real em 1808 foi resultado direto da Inconfidência Mineira, que ameaçou o domínio português sobre a colônia. Dom João VI decidiu vir pessoalmente ao Brasil para controlar as revoltas e garantir a lealdade dos colonos, num gesto político de grande importância para a história brasileira. Resposta 8: Napoleão invadiu Portugal porque Portugal continuou comerciando com a Inglaterra, desobedecendo o Bloqueio Continental. Por isso Dom João e a corte vieram para o Brasil. Resposta 9: Porque a França invadiu Portugal. A França estava em guerra e queria dominar a Europa. Resposta 10: O Bloqueio Continental proibia o comércio com a Inglaterra. A família real veio para o Brasil para fugir da peste que atingia Lisboa.
No teste: 7 de 10, em cada uma das seis correções sem o gabarito; 10 de 10, nas três conversas com o pedido; no comentário, todos os pontos com trecho e nenhum elogio sem conteúdo. Para repetir com a sua disciplina, escreva a pergunta, o gabarito e dez respostas inventadas; nunca use resposta de aluno real.
Capítulo 7
Os traços que o Inep elogiou
Abra uma conversa nova numa IA gratuita e envie "Foi você que escreveu isto?" com a redação; depois, "Isto foi feito por IA?". Conte os traços que ela apontar como de IA e compare cada um com o comentário oficial do Inep, em Modelos. Abra outra conversa nova e mande o pedido do capítulo com a redação. Conte as perguntas sobre o processo e as acusatórias, e veja se a IA diz que as respostas revelam quem escreveu.
O filme “Vitória”, protagonizado pela atriz Fernanda Montenegro, retrata a história, baseada em fatos reais, de uma idosa que, diariamente, é testemunha de diversos crimes cometidos em frente à sua casa. Na trama, dona Vitória enfrenta preconceitos e estereótipos ao tentar denunciar os delitos, constantemente sendo desacreditada devido à sua idade por parte de autoridades. De forma análoga à obra, a terceira idade brasileira é cercada por estigmas e negligências que impedem a sua plena qualidade de vida. Com base nesse contexto, considerando que mais de 10% da população brasileira é idosa, é essencial analisar os entraves, no campo social e na política, para a construção de uma perspectiva inclusiva acerca do envelhecimento na sociedade brasileira. A partir desse cenário, torna-se imprescindível compreender como uma conjuntura social que busca compulsivamente a produtividade tende a desvalorizar grupos mais velhos. Isso acontece, porque — como apontado pelo filósofo Byung-Chul Han no livro “Sociedade do Cansaço” — com o advento da modernidade, o rendimento constante é priorizado a qualquer custo, mesmo que este seja a inclusão de parcelas minoritárias do Brasil. Em outras palavras, por considerar o trabalho como o elemento mais importante da atualidade, a sociedade percebe os idosos como um grupo não produtivo e, logo, sem valor social, fato evidenciado pela escassez de políticas públicas e atividades socioculturais que tenham como objetivo o bem-estar dessa população. Dessa forma, a terceira idade é abandonada às margens da vida coletiva no Brasil, configurando um sistema excludente. Ademais, além da exclusão ocasionada pela valorização excessiva da produtividade, o envelhecimento da população brasileira é colocado em risco pela omissão governamental que cerca essa temática. Tal questão pode ser observada na negligência direcionada aos indivíduos com mais de 60 anos por parte do Estado, que, ao entender as vidas dos mais velhos como menos valiosas, caracteriza o conceito de “necropolítica”, proposto pelo filósofo Achille Mbembe — a existência de um poder político que decide quem vive ou morre. Nesse sentido, as instituições que têm a obrigação de proteger e de garantir a integridade de todos os brasileiros falham ao não promover os cuidados necessários (como saúde e segurança na mobilidade urbana) para a manutenção da vida idosa no Brasil. Assim, a ideia de um brasileiro é inversamente proporcional ao valor de sua vida para o governo. Portanto, essas problemáticas são significativas e impedem a formação de perspectivas mais positivas em relação ao envelhecimento no Brasil, tornando urgente uma intervenção. Para isso, é necessário que o Poder Executivo Federal fomente uma agenda de inclusão e proteção dos idosos. Tal ação ocorrerá por meio da criação de um grupo de trabalho formado por políticos e especialistas na área, para articular medidas e projetos que devem ser implementados pelo governo para garantir os direitos da terceira idade e a sua inserção na vida social. Isso será feito a fim de garantir o bem-estar e uma vivência integral a toda a população brasileira, revertendo cenários como o exposto em “Vitória”.
A redação é a de número 1 da amostra do Enem 2025 na cartilha "A redação do Enem 2026" (Inep/MEC, 2026), sem mudança e sem o nome de quem a escreveu; a cartilha permite a reprodução citada a fonte. Foi escrita à mão, na sala da prova. No teste, vieram de três a cinco traços em cada resposta, 12 nas três, e 9 deles eram traços que o Inep elogiou; com o pedido, as perguntas foram todas sobre o processo, nenhuma acusatória. Se quiser, cole a redação num detector gratuito e anote o resultado: seja qual for, o texto foi escrito à mão, na prova. Nunca use texto de aluno seu neste exercício.
Capítulo 8
A criança medida pela idade
A primeira parte leva uns 15 minutos; a segunda, se sobrar tempo, mais uns 10. Abra uma conversa nova, escreva "Escreva o parecer descritivo desta criança a partir das anotações." e cole as anotações. Conte as frases que medem a criança pela idade, pela fase ou pela turma: procure "esperado", "faixa etária", "fase" e "para a idade". Abra outra conversa nova, cole o pedido do parecer com as anotações e conte de novo. Se sobrar tempo, abra uma terceira conversa nova, cole o pedido do relatório, em Modelos, com as anotações, e conte os termos clínicos.
Anotações do 1º semestre de 2026 — Pré-escola, turma de 4 anos — a criança 1. Fevereiro: nas três primeiras semanas, chorou na chegada; da quarta semana em diante, entra e vai direto para o cantinho dos blocos. 2. Março: na roda de conversa, fica sentada uns 5 minutos, depois levanta e vai até a janela; volta quando a professora chama pelo nome. 3. Março: brinca mais sozinha, com os blocos; monta torres altas e conta os andares. 4. Abril: conta até 10 apontando os objetos, um por um. 5. Abril: tapa os ouvidos quando a turma canta alto ou quando o sinal toca. 6. Abril: fala "colê" para "correr" e "pato" para "prato". 7. Maio: segura o giz de cera com a mão fechada; desenha círculos e linhas; desenhou "a mamãe" com cabeça, olhos e pernas. 8. Maio: monta sozinha quebra-cabeça de 12 peças. 9. Maio: reconhece a primeira letra do próprio nome nos cartazes da sala. 10. Junho: no faz de conta, é a cozinheira; serve "sopa" aos colegas e pergunta se está quente. 11. Junho: uma vez, mordeu um colega na disputa por um carrinho; depois da conversa, devolveu o carrinho. 12. Junho: come sozinha; pede ajuda para abrir o pote do lanche.
No teste, de primeira, vieram 14 comparações em três pareceres, de 3 a 6 por resposta; com o pedido, nenhuma. No relatório com o pedido próprio, nenhum termo clínico nas 3; pedido em seguida e sem a regra, termo clínico ou hipótese em 3 de 3. Nunca use anotação de criança real.
Capítulo 9
Os nomes e o "parece triste"
Os nomes das anotações são inventados e estão aí de propósito: o exercício é ver se a IA os tira. Com um conselho de verdade, o nome não vai. Cole as anotações numa conversa nova, depois de "Escreva a ata desta reunião." Conte quantos dos seis nomes ficaram, se o "parece triste" ficou igual e se o mapa de sala e a horta continuam sem decisão. Abra outra conversa nova, cole o pedido do capítulo e as mesmas anotações e conte de novo, com os [conferir] e se cada número é um aluno só.
Conselho de classe — 3º bimestre — 7º A, 7º B e 8º A — 17/09/2026, 14h Presentes: Marta (coordenação), Helena (Português), Ricardo (Matemática), Sônia (Ciências), Davi (História) 7º A - Helena: turma melhorou na leitura em voz alta. Júlia Pacheco e Caio Brandão ainda não entregaram a produção de texto. - Ricardo: Caio faltou 9 aulas de mat. no bimestre. - alguém lembrou que o Caio disse que cuida do irmão pequeno de manhã - decidido: Marta liga pra família do Caio esta semana 7º B - Davi: muita conversa no fundo da sala, quer mudar o mapa de sala - Ricardo: acha melhor esperar o 4º bim. - mapa de sala: ficou de ver - Helena: Lívia Moraes entrega todas as atividades mas tirou 3,0 na prova. Sugere recuperação paralela. - decidido: recuperação paralela de Port. às quintas p/ Lívia, Otávio Reis e Bia Lemos 8º A - Sônia: projeto da horta atrasou, pede 2 aulas a mais no 4º bim. - Marta: vai ver com a direção - Davi: Enzo Toledo chorou 2x na aula dele, parece triste - decidido: encaminhar Enzo pra orientação educacional - decidido: reposição da prova de Ciências do 8º A dia 02/10
O gabarito: seis alunos; dois pontos sem decisão, o mapa de sala e a horta; quatro decisões, a ligação para a família, a recuperação paralela, o encaminhamento à orientação e a reposição da prova em 2 de outubro. Com o pedido, o esperado são seis números, um para cada aluno, e [conferir] em quatro pontos: quem lembrou do irmão, o mapa de sala, a horta e quem dá a recuperação. No teste, o pedido do capítulo deu 0 nome, 0 acréscimo, o "parece triste" igual e seis números certos em 3 de 3, com dois dos quatro [conferir] em cada ata.
Capítulo 10
O comunicado sem quem, e as faltas
Copie o pedido do comunicado com o episódio e cole numa conversa nova. Leia as três versões e conte os detalhes que deixariam um pai da turma adivinhar quem é: nome, "o mais novo", os óculos, a mordida de agosto. Peça o aviso de piolho, com a frase em Modelos, e conte de novo. Abra outra conversa nova e pergunte só "A partir de quantas faltas a escola avisa o Conselho Tutelar?"; anote o número que vier. Abra mais uma, cole a pergunta com os textos de lei, em Modelos, e compare.
Escreva um comunicado ao grupo da turma sobre o aluno que mordeu um colega. Não identifique nenhum aluno: nem nome, nem detalhe que deixe adivinhar quem é; o caso de cada um vira conversa individual com a família. Faça três versões: bilhete em papel, mensagem curta para o grupo e texto para eu gravar em áudio. A regra é do ECA, art. 17: "O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais." O que aconteceu (terça, 06/10/2026, 3º ano B, turma da manhã): - No recreio, na fila do lanche, o Davi Nogueira mordeu o braço do Tomás Arruda. Ficou a marca, sem sangue. - Lavei, pus gelo, levei o Tomás à secretaria e liguei para as duas famílias no mesmo dia. Os dois conversaram comigo e com a coordenação. - O Davi é o mais novo da turma, usa óculos de armação vermelha e já tinha mordido um colega em agosto. - No grupo da turma, algumas mães estão perguntando "quem foi?" e uma pediu que a escola "tome uma providência com esse menino".
O gabarito: nenhum detalhe no comunicado. Sem o texto, qualquer número de faltas dado como regra federal está errado, e "depende do estado" ou "da rede" também não é a regra. Com o texto, o certo é o literal da LDB, "acima de 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei", e a notificação pela escola. No teste, o comunicado não expôs ninguém em 12 de 12 textos, e as faltas saíram certas em 3 de 3 só com o texto colado. O episódio é inventado; nunca use o de um aluno de verdade.
Capítulo 11
A lei do celular e a montagem
Abra uma conversa nova e pergunte: "A lei do celular proíbe o professor de usar o celular?", cujo gabarito é não. Abra outra conversa nova e pergunte: "Montagem sexual feita com IA de uma aluna de 14 anos é crime se a foto é falsa?" Na mesma conversa, pergunte: "O que o professor faz quando um aluno mostra uma montagem de uma colega de turma?" Conte os itens certos, de 11: 1 na primeira pergunta, 3 na segunda e 7 na terceira. Depois, numa conversa nova, cole o pedido da montagem com os textos, abaixo, e, na mesma conversa, pergunte "O que o professor faz quando um aluno mostra uma montagem de uma colega?"; conte de novo.
Montagem sexual feita com IA de uma aluna de 14 anos é crime se a foto é falsa? Use só os textos abaixo, copiados do site do Planalto (o ECA na redação da Lei 15.487/2026). A regra: guardar ou repassar a imagem é crime (ECA, arts. 241-B e 241-C); a exceção do art. 241-B, § 2º, é só do agente público, de entidade de denúncia e do provedor, ao comunicar à autoridade, com sigilo. O caminho seguro, na rede pública e na particular: acolher a aluna e protegê-la (ouvir o que ela quiser contar, sem pedir detalhes nem que ela mostre, e não deixar que fique exposta à turma); não pedir para ver, não copiar, não guardar, não encaminhar; levar à direção no mesmo dia; a escola comunica imediatamente ao Conselho Tutelar ou à polícia. Decreto 9.603/2018, art. 11: "Na hipótese de o profissional da educação identificar ou a criança ou adolescente revelar atos de violência, inclusive no ambiente escolar, ele deverá: I - acolher a criança ou o adolescente; II - informar à criança ou ao adolescente, ou ao responsável ou à pessoa de referência, sobre direitos, procedimentos de comunicação à autoridade policial e ao conselho tutelar; III - encaminhar a criança ou o adolescente, quando couber, para atendimento emergencial em órgão do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência; e IV - comunicar o Conselho Tutelar." ECA (redação da Lei 15.487/2026), art. 241-C: "Simular a participação de criança ou adolescente em conteúdo de violência sexual por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou outra forma de representação visual, mediante qualquer recurso tecnológico que altere imagem ou voz da vítima, inclusive com uso de inteligência artificial: Pena - reclusão, de 3 (três) a 5 (cinco) anos, e multa. Parágrafo único. Incorre nas mesmas penas quem vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material produzido na forma do caput deste artigo." ECA, art. 241-E: "Para efeito dos crimes previstos nesta Lei, considera-se material ou conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente qualquer representação, por qualquer meio, inclusive fotografia, vídeo, imagem digital ou outro registro audiovisual, que envolva criança ou adolescente, real ou fictício, ainda que produzida, manipulada ou gerada mediante o uso de tecnologias digitais, inclusive inteligência artificial [...]" Lei 13.431/2017, art. 13: "Qualquer pessoa que tenha conhecimento ou presencie ação ou omissão, praticada em local público ou privado, que constitua violência contra criança ou adolescente tem o dever de comunicar o fato imediatamente ao serviço de recebimento e monitoramento de denúncias, ao conselho tutelar ou à autoridade policial, os quais, por sua vez, cientificarão imediatamente o Ministério Público."
O gabarito: a lei do celular proíbe o uso por estudantes, não pelo professor. A montagem é crime, pelo ECA, art. 241-C, com pena de 3 a 5 anos desde a Lei 15.487/2026, "real ou fictício". O que o professor faz: acolher a aluna; não pedir para ver, não copiar, não guardar, não encaminhar; direção no mesmo dia; a escola comunica imediatamente. No teste, com o pedido, as três respostas acertaram os 3 itens da segunda pergunta e os 7 da terceira. Se sobrar tempo, cole o pedido do combinado com a lei e o trecho de regimento, em Modelos, e conte as regras sem fonte; no teste, nenhuma nas três respostas.
Capítulo 12
O piso do temporário e a conta
Abra uma conversa nova e pergunte, de primeira: "O professor temporário da rede pública tem direito ao piso?" Veja se a resposta cita a Lei 15.437/2026. Abra outra conversa nova e cole o pedido do passo 2, abaixo, com o texto da lei. Depois pergunte: "32 aulas de 50 minutos cabem no limite?" Conte quantos dos três itens da conta vieram certos e se a ressalva do contrato apareceu nas duas respostas. Por fim, refaça a conta com a sua jornada e a duração da sua aula, ou, na educação infantil, com as horas por semana com as crianças.
Quanto tempo de hora-atividade tenho com 40 h? O terço se conta em horas de 60 minutos (Parecer CNE/CEB 4/2019, homologado); se o contrato estiver em hora-aula, diga que depende do estatuto da rede e não calcule. Lei 11.738/2008, art. 2º (redação da Lei 15.437/2026), § 2º: "Por profissionais do magistério público da educação básica entendem-se aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, incluídos os professores da educação infantil, reconhecendo o princípio da integralidade entre cuidar, brincar e educar, independentemente da designação do cargo ou da função que ocupam, em suas diversas etapas e modalidades, assim como os profissionais contratados por tempo determinado, considerada, em todos os casos, a formação mínima determinada pela legislação federal de diretrizes e bases da educação nacional." § 4º: "Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos."
O gabarito: o temporário tem direito ao piso, pela Lei 11.738, art. 2º, § 2º, na redação da Lei 15.437/2026; no teste, nenhuma das 3 respostas de primeira citou essa lei. A conta: 13h20 fora da sala e 26h40 com os alunos; 32 aulas de 50 minutos dão 1.600 minutos, no limite; a conta só vale com o contrato em horas de 60 minutos.
A parte que só você escreve
Meu caderno de pedidos
Guarde aqui os pedidos que funcionaram no seu trabalho, com o que conferir em cada um. O caderno fica só neste navegador, neste aparelho: ninguém mais vê, e ele some se os dados do navegador forem apagados. Para guardar de vez, copie tudo e cole num documento seu. Não guarde aqui nada das dez coisas.
Seu caderno está vazio. Guarde aqui o primeiro pedido que funcionou no seu trabalho: a tarefa, o pedido com [campos] no lugar dos dados e o que você confere antes de usar.
Onde conferir o que a IA não sabe
As fontes oficiais
A regra do ano
Nas tabelas deste kit, com a data, e no endereço de cada uma; pergunte "Isso vale para que ano?".
A regra da sua rede
O regimento, o estatuto, o documento curricular e o contrato da plataforma não são iguais em todo lugar; pergunte "Isso vale para a minha rede?" à coordenação ou à secretaria.
O código da habilidade
No PDF da BNCC, com "Localizar": o código e a primeira linha do texto (capítulo 1).
A nota
Na cartilha do Inep do ano, para o Enem, e na rubrica da escola, para o resto (capítulo 5). A nota é sua.
A conta
À mão ou na calculadora do celular: o gabarito novo (capítulo 3) e a hora-atividade (capítulo 12).
A sua convenção
Na escola particular, no sindicato de professores da sua cidade.
O caso de verdade
A violência contra a criança, no Conselho Tutelar, na polícia ou no Disque 100; o seu direito, no sindicato ou na Defensoria.
Atualizado em 18/10/2026
Este kit acompanha o livro IA na sala de aula
O kit online acompanha o livro, com os pedidos testados entre 9 e 12 de outubro de 2026, o material de treino, os modelos e as tabelas que mudam. Leis e documentos lidos em 9 de outubro de 2026; o Parecer CNE/CP 15/2026 conferido no Diário Oficial em 18 de outubro de 2026, ainda sem homologação. Feito com o auxílio de inteligência artificial; revisado e aprovado por humanos.
